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Vazamento de óleo na BTS

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Novo vazamento de óleo identificado na margem Noroeste da Baía de Todos os Santos.

Uma área de manguezal sofre já há 20 dias com o vazamento de óleo de uma estrutura desativada em 2002 (e pelo visto não corretamente descomissionada) da Petrobrás em São Francisco do Conde, na margem noroeste da Baía de Todos os Santos.

Segundo o Instituto do Meio Ambiente (IMA), órgão ambiental estadual, que fez uma vistoria no local esta semana, este mesmo problema já havia ocorrido em 2008, quando a Petrobrás foi notificada e multada, além de ter sido obrigada a recuperar a área, o que segundo o proprietário da fazenda onde está localizada a estrutura da Petrobrás e o IMA, não aconteceu, apesar da Petrobrás afirmar o contrário e ainda usar como desculpa o vandalismo e o roubo de peças como a causa dos problemas.

Mas aí eu pergunto, de quem é a responsabilidade, uma vez que não houve descomissionamento, de vigiar, manter a segurança ou tomar conta do lugar e do seu próprio patrimônio?

A estrutura está abandonada e o mato toma conta de quase tudo, o que sugere um descaso e as afirmações do IMA e do sr. Mário Ribeiro (proprietário da fazenda) demonstra também uma falta de compromisso com o meio ambiente.

A minha experiência com a Petrobrás nestes casos, é que após um vazamento como este ou qualquer outro tipo de acidente, a empresa apesar de discutir muito e tentar reduzir ao máximo que pode toda a sua penalização (não a julgo por isso, ninguem quer ter prejuízo), ela não mede esforços para tentar “remediar” o problema de acordo com o que foi acertado com os órgãos competentes, a afirmação do Sr. Ribeiro e do IMA quanto ao não cumprimento das exigências do orgão após o acidente de 2008 são para mim uma surpresa.

O não descomissionamento da estrutura pode significar o desejo da empresa de utilizá-la um dia ou o receio de necessitar utilizar, tudo bem, porém o descaso com a manutenção da sua própria estrutura, a falta de vigilância, segurança e a possibilidade de furto de peças e vandalismo em uma estrutura que ainda manté óleo em seus dutos …

Bom, este acidente e os fatos a eles associados só demonstram que sim, devemos ficar e muito preocupados com o que vem acontecendo com a legislação ambiental e com o cumprimento desta nos últimos anos, e em especial envolvendo a indústria do Petróleo.

Abraços.
Rodrigo Maia-Nogueira

http://lattes.cnpq.br/0240665208351109

Centro de Pesquisa e Conservação dos Ecossistemas Aquáticos – Biota Aquática
Instrutor de Mergulho PADI
(71) 9606-8031
maianogueira@gmail.com

http://pivnilogbook.blogspot.com/

Publicado inicialmente na lista de discussão “mergulhobahia”, em 30 de junho de 2010.

Petição para proteção das baleias

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Caros amigos,
Em poucos dias acontecerá a votação para legalizar a caça comercial às baleias. 650.000 pessoas já assinaram a petição para proteger as baleias e uma equipe da Avaaz estará presente nas negociações para garantir que as nossas vozes sejam ouvidas — vamos conseguir 1 milhão de assinaturas! Assine e depois encaminhe este alerta:

https://secure.avaaz.org/po/whales_last_push/?cl=621932830&v=6658

Dentro de uma semana a Comissão Baleeira Internacional (IWC) fará a votação final para uma proposta de legalizar a caça comercial de baleias pela primeira vez em uma geração.

O resultado depende de quais vozes serão ouvidas de forma mais clara nos momentos finais: o lobby pró-caça ou cidadãos do mundo?

Mais de 650.000 membros da Avaaz já assinaram a petição para proteger as baleias – é hora de conseguir 1 milhão! A equipe da Avaaz estará nas negociações da IWC no Marrocos semana que vem e conseguimos outdoors, anúncios de primeira página em jornais e um marcador gigante mostrando as assinaturas na petição. Tudo para garantir que os delegados, desde o momento em que descerem do avião até a hora da votação, vejam a nossa mensagem que o mundo não aceitará um massacre de baleias. Clique para assinar e depois encaminhe este email para todos:

https://secure.avaaz.org/po/whales_last_push/?vl

Graças a um chamado global, muitos governos já se comprometeram a irem contra a proposta. Cada vez que a petição da Avaaz ganhou 100.000 nomes, ela foi enviada para a Comissão Baleeira Internacional e governos chave. Alguns, como a Nova Zelândia agradeceram todos nós que assinamos.

Mas a pressão do outro lado é incansável. Outros governos, especialmente na Europa e América Latina podem se abster… ou até mesmo apoiar a proposta. Portanto, o resultado da votação é ainda incerto.

Pressão popular é a nossa melhor chance. Afinal de contas, foi um movimento social global na década de 80 que conseguiu banir a pesca comercial de baleias que nós agora estamos tentando proteger. A Comissão Baleeira Internacional se reunirá no Marrocos a partir desta quinta-feira dia 17 e a votação será em menos de uma semana. Vamos garantir a presença das nossas vozes globais para recepcionar os delegados:

https://secure.avaaz.org/po/whales_last_push/?vl

Depois que a proibição global foi imposta à caça comercial de baleias, o número de baleias mortas todo ano caiu de 38.000 para poucos milhares. Isto é apenas uma prova do poder da humanidade em seguir o caminho certo. Enquanto lidamos com outras crises atuais, vamos valorizar este legado de progresso – nos unindo agora para proteger nossos vizinhos majestosos e inteligentes neste frágil planeta.

Com esperança,

Ben, Ben M, Maria Paz, Ricken, Benjamin, David, Graziela, Luis e toda a equipe Avaaz

PS. Mesmo após a proibição, o Japão, Noruega e Islândia continuaram caçando baleias. Estes países estão pressionando o IWC para enfraquecer as restrições à caça. Aguardando a permissão para caçar ainda mais baleias, o Japão já está planejando comprar o maior navio baleeiro já visto. Clique aqui para assinar a petição.

Leia mais:

Três países querem “levar” baleias para a mesa e para o armário da farmácia:
http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1441992

Japão ameaça deixar Comissão Baleeira Internacional:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,japao-ameaca-deixar-comissao-baleeira-internacional,567025,0.htm

Ambientalistas pressionam Japão para não caçar baleias:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100617/not_imp567722,0.php

Livro “Rebreather – simplificando a técnica “

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Os rebreathers vêm exercendo um fascínio especial nos mergulhadores, pois permitem ampliar facilmente a profundidade e a autonomia do mergulho, além de otimizar os tempos de descompressão, possibilitando aos amantes do mergulho, saboreá-lo por um período maior e explorar locais que até então eram de difícil acesso ou mesmo inatingíveis.

Rebreather – simplificando a técnica objetiva fornecer informações aos interessados no uso desse equipamento, que vão desde os aspectos históricos até dicas pessoais a respeito do seu emprego. São 18 capítulos que totalizam 312 páginas, nas quais estão dispostas cerca de 330 ilustrações coloridas.

László Mocsári durante o lançamento do livro no PADI Dive Festival 2010

O livro não visa tornar o mergulhador apto ao uso de rebreathers, pois, para isso, é necessário o treinamento específico para cada equipamento de mergulho, mas pode sim ser aplicado como uma valiosa ferramenta durante o treinamento.

“Mergulhar na leitura de Rebreather – simplificando a técnica é descobrir que, mesmo quando se julga saber tudo, há sempre algo novo a conhecer”.

Sobre o autor: László Mocsári
Nascido e 1963, carioca erradicado em Salvador desde 1972, mergulhador desde os 8 anos de idade, influenciado pelo seriado “Aventuras Submarinas” com Mike Nelson representado por Lloyd Bridges.
Autodidata no mergulho, desde os 17 anos vem trabalhando com mergulho profissional.
Médico especializado em anestesiologia e terapia intensiva que atua nos Hospitais São Rafael, Instituto Cárdio Pulmonar e Ceparh.
Co-responsável pela residência médica de anestesiologia do HSR
Fez cursos de medicina hiperbárica no Cemhiper (SP) e no Jefferson Davis Hyperbaric and Wound Care Center (EUA).
Foi sócio e diretor do Hyperbaric Center entre 2000 e 2005.
É sócio da Bahia Scuba Atividades Subaquáticas Ltda., que atua no mercado baiano desde 1990.
Instrutor de Mergulho: PADI, SSI e PDIC.
Mergulha com rebreathers desde 1986 – com o ARO 57 da Cressi (CCRO2)
Fez cursos de rebreather Megalodon básico em 2007 na ilha de Catalina (EUA) e CCR trimix em 2008, pela IANTD em São Paulo.

Vendas na Bahia Scuba
Av. Lafayete Coutinho (Contorno), 1010, loja 5, Comércio – Salvador/Ba. Tel.: (71) 3321 0156 begin_of_the_skype_highlighting              (71) 3321 0156      end_of_the_skype_highlighting.

Nota que a DAN Brasil enviou para os associados, mas que serve para todos os mergulhadores

quarta-feira, 31 de março de 2010

Informamos que o número 0800 de acesso a DAN Hotline do Brasil mudou
para: 0800-684-9111.

O número 0800-723-9111 foi cancelado pela Embratel. A escolha do novo
número tem o objetivo longo prazo de padronizar internacionalmente o
numero da DAN Hotline, facilitando a memorização.

É muito importante que todos que mantenham o novo número (0800-684-9111) junto a sua credencial e em lugar de fácil acesso quando forem mergulhar no Brasil.

O acesso a DAN Hotline no exterior continua o mesmo: +1-919-684-9111.

Lembramos que:
Em situações de emergência:
Estando no Brasil:
Antes de sair de viagem:
Elabore um plano de ação para emergências para a região visitada.
Inclua o telefone DAN Hotline Brasil 0800-684-9111 que atende em
Português e Espanhol.
Para ligar diretamente de um celular ou de um telefone fixo, primeiro
verifique se eles estão desbloqueados para ligações internacionais. Em
seguida disque: 00 XX 1 919 684-9111.

Em caso de suspeita de sinais ou sintomas decorrentes de um acidente de
mergulho:
Siga seu Plano de Emergência e acione a DAN Hotline assim que possível,
lembrando que se estiver embarcado, a melhor opção é usar o canal 16 do
rádio VHF marítimo e chamar a Estação Costeira mais próxima
identificando a situação de emergência usando o Código Internacional
PAN. As Estações Costeiras no Brasil são operadas pela Embratel e podem
fazer a ligação para a DAN Hotline de forma mais confiável que usando
telefones celulares.

Ligar para 0800-684-9111. Lembrando que se estiver embarcado, a melhor
opção é usar o canal 16 no radio VHF Marítimo e chamar a Estação
Costeira mais próxima identificando a situação de emergência usando o
código internacional PAN. As estações costeiras no Brasil são operadas
pela Embratel e podem fazer a ligação para a DAN Hotline de forma mais
eficiente que usando telefones celulares.

Preferimos não usar o serviço da AT&T no Brasil por que ele não aceita
chamadas de celulares.

Estando no Exterior (fora do Brasil):
Antes de sair de viagem:
Elabore um plano de assistência para emergências que inclua os telefones
do serviço AT&T USA Direct para os países visitados e para as escalas
previstas. Para descobrir os números, clique no link:

http://www.usa.att.com/traveler/index.jsp

Inclua também o telefone para emergências da DAN Hotline +1-919-684-9111
que atende em Português e Espanhol.

Em caso de suspeita de sinais ou sintomas decorrentes de um acidente de
mergulho:
Siga os passos de seu Plano para Emergências.
Ligue para o número do serviço AT&T USA Direct correspondente ao país
que você estiver, e, ao atender, tecle 919-684-9111 (DAN Hotline).
Qualquer dúvida ou esclarecimento adicional necessário, por favor, entre
em contato! Sempre prefira enviar suas dúvidas para o e-mail:
info@danbrasil.org.br para que seja respondido o mais rápido possível.

DAN BRASIL, a sua associação para a segurança do mergulho!

Léia Figueiredo de Oliveira

domingo, 28 de março de 2010

Léia Figueiredo de Oliveira, baiana, fomada em Direito pela UCSal, atualmente trabalha como Corretora de Imóveis no estado da Bahia (www.leiaimoveis.com). Apaixonada pelo mar desde criança, iniciou no mergulho autônomo em 1998 quando fez o curso básico pela CMAS, em Aracaju. Em 2003 fez o curso avançado pela Padi na Submariner, em Salvador e em 2008 fez o Nitrox básico pela CMAS na Scuba Rec, em Recife. Atualmente fazendo uma revisão geral da situação sub para voltar aos cursos com intúito de melhorar a cada dia suas habilidades borbulhativas no mar.

E o aterro do Patrimônio Cultural Subaquático continua…

segunda-feira, 15 de março de 2010

Em outubro de 2008 publicamos uma matéria sobre a licença prévia expedida para ampliação do Porto de Salvador sem qualquer estudo arqueológico. Veja aqui.

Finalmente, após intervenção do IPHAN, os estudos arqueológicos começaram em 2010. Veja mais aqui. Mas o aterro nunca parou. E os estudos não foram e nem serão feitos nas áreas já aterradas. Até o andamento dos trabalhos arqueológicos da área restante está sendo afetado pelo sedimento suspenso na água, derivado do entulho jogado pelas caminhões. A visibilidade seriamente comprometida atrapalha o bom serviço do arqueólogo mergulhador. As fotos ilustram bem o problema.

Diria um famoso apresentador de TV “Isso é uma vergonha!”. Mas se você preferir “O Brasil não é um país sério”, Charles De Gaulle.

O fundo da folia

sábado, 6 de março de 2010

Saiu no blog da “Global Garbage” uma matéria sobre a sujeira que fica no mar após o carnaval. Confira. É inacreditável.


Foto por Francisco Pedro

Vem aí o filme Océans

domingo, 31 de janeiro de 2010

Imagens impressionantes dos oceanos.
Um filme de Jacques Perrin e Jacques Cluzaud

Veja trecho clicando aqui.

E no Brasil, Luiz Octavio de Castro Cunha lançou, na Livraria do Café, no Centro do Rio, o livro “Manual de Arqueologia Subaquática”. Editado pela Nova Razão Cultural, a obra tem como objetivo divulgar a cultura marítima para o público em geral, especialmente para a juventude brasileira, incentivando o gosto por atividades marinhas, técnicas marinheiras desaparecidas e conhecimentos de caráter náutico-científico.

Clique aqui para saber mais. Link para a Editora Nova Razão Cultural.

Mauricio Andrade Sales “Maurição”

sábado, 23 de agosto de 2008

Um dos últimos a entrar na turma de mergulhadores do Canela, Mauricio ainda pegou a fase da fartura de peixes na Barra, em meados da década de 80. Na época, a bíblia do mergulho livre no Brasil era o “Super – Sub” de Américo Santarelli, recordista mundial de profundidade, e todos usavam equipamentos da Cobra Sub ou Orca. Teve um breve período de mergulho em 1984, mas somente começou a mergulhar regularmente a partir de 1986 com André Lima (AML), Pequinho e Tuí, amigos com quem aprendeu técnicas da caça submarina.

Após a fase de mergulho livre, que nunca foi totalmente abandonada, fez curso básico de mergulho na Submariner e em seguida tornou-se monitor deste curso a convite de AML, então gerente da escola e loja. Continuou com outros cursos avançados e constante monitoria do curso básico, tornando-se Instrutor Categoria 1 Estrela pela CMAS, entidade então certificadora da Submariner.


Mauricio Sales, em Barra Grande – Bahia, pescando na Plataforma P-16.

“Maurição”, também conhecido como Sapato (apelido do apelido Sapatão), é engenheiro mecânico com atuação nas área de sistemas térmicos e mecânica dos fluidos. Seus conhecimentos de engenharia facilitaram seu papel de instrutor na área de física e fisiologia do mergulho, assuntos dos quais se encarregava nas aulas teóricas dos cursos oferecidos pela Submariner.

No mar, levava a sério a regra de nunca mergulhar sozinho, mesmo antes dos cursos de mergulho que fez. Quando sua dupla desaparecia, largava o que estava fazendo e passava a procurar o companheiro. Com essa atitude em prol da vigilância atenta deixou de aproveitar alguns mergulhos, mas teve a oportunidade de salvar um amigo em um apagamento. Apesar de gostar de se aventurar em alguns mergulhos “punk” (como diria Marcelo Pato e Marquinhos Conspirador), sempre foi chamado por alguns como o “juízo da galera”.

Sua profissão sempre foi priorizada em relação ao mergulho, atividade que viveu numa febre até o final dos anos 90. Quando abriu sua própria empresa de engenharia foi se afastando aos poucos da atividade, mas nunca perdeu o contato com os amigos e o mar. Mesmo hoje com problemas de coluna e afastado do esporte, seu equipamento continua preparado e pronto para uso imediato. Como diz AML, “o baiano tem uma aquacidade fantástica”. Talvez por isso, mesmo mergulhando pouquíssimo nos últimos anos, o assunto sempre é presente na sua vida.

Juracy Gesteira Vilas-Bôas

sábado, 10 de novembro de 2007

A paixão desse baiano pela foto-sub nasceu de uma necessidade de trabalho. Engenheiro civil e mergulhador profissional, ele é um dos sócios da Belov Engenharia, conceituada empresa que atua na área de engenharia portuária e subaquática. “Ao fazer inspeções em plataformas, pontes, portos e navios, comecei a produzir fotos e vídeos”, conta Juracy. “Fui me aperfeiçoando cada vez mais até que em 2001, acabei publicando minha primeira reportagem na revista Mergulho, sobre a Holmes Reef, no Mar de Coral da Austrália”.

Juracy descobriu o mergulho aos 10 anos de idade, numa pequena piscina natural em Porto Seguro (BA). Segundo o mergulhador, tudo começou quando ele ganhou de seus pais uma máscara e um snorkel, daqueles bem simples, vendidos em supermercado. “Jamais fui o mesmo depois daquele dia”.

Hoje, aos 36 anos, Juracy não consegue imaginar sua vida sem o mergulho. Costuma dizer que gosta da sensação de respirar debaixo d’água, não importa a circunstância. “Talvez por isso não exista mergulho ruim para mim, seja ele recreativo com 30 metros de visibilidade ou profissional com visibilidade zero.”

Sua vontade de mostrar o fundo do mar a quem ainda não mergulha é tamanha que Juracy acabou criou, em parceria com seu irmão Roney, o site Mergulhe, recheado de fotos e dedicado sobretudo ao turismo subaquático.

“Agradeço a meus pais por terem me mostrado o caminho”, diz Juracy. “Eles não tinham a menor idéia onde aquela simples máscara poderia me levar”.