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Grauçá bom de areia!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Grauçá e seu Capitão. Saindo de um encalhe proposital em Porto das Pedras.

O capitão Marcos de Paula e seu imediato e sobrinho postiço, Help e Lena, André e Ludmila fizeram uma expedição ao pai da Baía de Todos os Santos, o rio Paraguassú (grafia original), para descansar da guitarra momesca, rebolados anglicistas, lobo que traça de netinha a vovozinha e outra coisitas a mais que a Bahia insiste em ser precursora.

Da esquerda para direita: Help, Marcos de Paula, André Lima, Imediato e Lena. Foto por Ludmila Senna.

As cidades e vilarejos do rio Paraguassú, consideradas Recôncavo Baiano, também têm carnaval. Mas em outra escala e modalidade. As ruas ficam cheias de pessoas com máscaras e fantasias, especialmente os caretas. Em Maragojipe há concurso de mascarados. Muitos fotógrafos aparecem nessa cidade para registrar pessoas ou grupos fantasiados.

Não tem idade para se fantasiar.

A fantasia tradicional é o careta, mas vale tudo. Inclusive fantasias inspiradas no carnaval de Veneza. Foto André Lima.

Porto das Pedras

Esse local mais reservado é onde mora Mestre Jorge com sua família e seu belíssimo saveiro de vela de içar “Sombra da Lua”, ganhador da última regata João das Botas (ano 2009). Não é fácil chegar sem conhecer o caminho, corre-se o risco de encalhar. Mas, além do Grauçá, outros barcos foram escoltados pelos Mestres Jorge e Eufrásio (tio de Jorge e quem lhe ensinou a velejar no Sombra da Lua).

Grauçá, Sombra da Lua e Necton Sub.

O verdejante Porto das Pedras. O tradicional saveiro descansa na porta da casa.

Passeando pelo Paraguassú

São Francisco do Paraguassú e sua imponente igreja e convento, Santiago do Iguape, Coqueiros, Nagé, Maragojipe, Cachoeira, São Félix do Paraguassú… São varias cidades e vilas interessantes. Além das embarcações, aves, vegetação, mangue… um prato cheio para quem curte a natureza e a cultura do Recôncavo. Vejas algumas fotos:

Gamboa, uma armadilha para pegar peixes.

Garça branca pequena (Egretta thula)

São Francisco do Paraguassú. Grandiosidade do Brasil da cana de açúcar.

Religiosidade na beira do rio.

Canoa a vela feita de saco de farinha de trigo.

Saveiro tradicional fazendo calafetagem, uma vedação no casco.

Parede do Beto

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Um ótimo ponto de mergulho, vem sendo continuamente visitado pelos mergulhadores esportivos baianos e pelas operadoras, é a famosa Parede do Beto, ou mais vulgarmente conhecido pelo nome de Buraco do Beto, nome recebido, devido ao ponto ter sido descoberto e revelado pelo mergulhador Beto Argentino, ao fundo na foto abaixo.

O ponto revela-se especialmente interessante por estar localizado à apenas 1 milha náutica do Porto da Barra, portanto bem pertinho, a poucos minutos de navegação e possuir um perfil de mergulho bem diferenciado, vez que seu fundo, inicia-se num platô rochoso a 37 m de profundidade, apresentando uma descida íngreme numa parede rochosa, até mais de 80 m de profundidade.

No local pode-se observar uma vida marinha exuberante, não só pelo aparecimento de grandes espécies de peixes e lagostas, como também, pelas explosões de cardumes de peixes de passagem. Outro fator interessante sobre o local, é que lá, já foram avistadas diversas ânforas holandesas do século XVII, o que nos faz suspeitar sobre existência de algum naufrágio naquela área.

Para os mergulhadores que desejam visitar o ponto, muito cuidado, recomenda-se fazer o mergulho aproveitando-se a parada da maré, pois mesmo nas marés de pequena amplitude, observa-se forte correnteza no local.

Cálculos descompressivos e misturas de gases a parte, ir até o fundo do buraco só para os mais experientes e preparados, como um colaborador desse site em foto abaixo, que já visitou o fundo do Buraco do Beto por duas vezes, mas há quem diga que o mesmo não gosta de mergulhar e sim de fazer descompressão… Não é a toa que é conhecido como Decomen.

As coordenadas do ponto são:
S 13º 00.614′
W 038º 32.870′

Um fundeio bem preciso no local é fundamental para um mergulho bem sucedido, para tanto é recomendado convidar o Comandante Carlinhos do Marline para a empreitada.

Bons Mergulhos!

Quem disse que já não se fazem mais barcos como antigamente?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Esta preciosidade foi encontrada no porto de Gênova durante uma viajem de turismo.









O duro é ficar horas no sol

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Estado da Bahia desfilando no “Sete de Setembro”.

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Fotos iniciais da soltura do Mero 101. Praia do Forte, Bahia.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Última soltura do Mero que estava no Projeto Tamar. Foi no dia 2 de agosto de 2009, meio nublado, durante a manhã, com a maré já subindo, e ocorreu de forma tranquila e relativamente rápida. O peixe media 1,08m de comprimento e levou a marca número 101.

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Participaram nesta atividade Cláudio Sampaio (Buia), Maíra Borgonha, Diego “Bolinha” Medeiros, Luiz “Rapozão” Duarte e Áthila Bertoncini. O Projeto Meros do Brasil (www.merosdobrasil.org), contou ainda com o imprescindível apoio da equipe do Projeto Tamar.

O projeto “Meros – estratégias para a conservação de ambientes costeiros e marinhos do Brasil” é patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental.

O projeto Meros do Brasil está formando uma rede de instituições de pesquisa ao longo do litoral brasileiro para abordar a problemática enfrentada pela espécie e ambientes associados no país. Para conhecer mais sobre os gigantes Meros e as ações do projeto visite: www.merosdobrasil.org

Créditos das imagens: Maíra Borgonha e Áthila Bertoncini.

Para trabalhar nos Penedos de São Pedro e São Paulo

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O mergulhador Marcos de Paula está participando do XXIX Treinamento da Marinha para Pesquisadores que irão integrar expedições ao Arquipélago de São Pedro e São Paulo.

Marcos de Paula, também conhecido como Marquinhos Conspirador, vai fazer parte da expedição “Cefalopodes do Brasil”, coordenada por Tatiana Leite .

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Nota: De acordo com o treinando, São Pedro e São Paulo agora é considerado arquipélago e fica habitado durante todo tempo.

Um pouco de história da fotosub

sexta-feira, 24 de julho de 2009

No link (figura) abaixo, do site da Confederação Brasileira de Fotografia, você poderá ler e/ou baixar um arquivo (em PDF) de Arduíno Colasanti.

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O artigo de duas páginas, com algumas imagens, chama-se “Hans Hass, Rolleimarin e Maurizio Sarra”. Se você gosta de fotografia subaquática e não conhece esses nomes, corra para ler o que o ator, mergulhador, namorador, fotógrafo… enfim o multitarefa Arduíno escreveu.

E para não o considerarem um velho dinossauro (palavras dele), Arduino também escreveu “Foto Antiga – Muito Antes de Hass”.

Veja por onde anda – Glaucus atlanticus

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Salve pessoal!
Mesmo depois de muito vento, chuva e um pouco de frio é possível se encantar com as maravilhas marinhas! No último domingo, dia das mães, em uma caminhada na praia do Forte, quase em frente ao projeto Tamar observei muitas caravelas, Physalia sp. o que chamou minha atenção para a possibilidade de encontrar uma verdadeira jóia pelágica, o nudibrânquio Glaucus atlanticus!! São Moluscos, parentes distantes dos caracóis, mas que não apresentam concha alguma, pequeninos, atingindo no máximo 5 cm de comprimento total.

Não demorei muito para encontrar o primeiro exemplar quase dessecado, encalhado na areia da praia, andei mais um pouco e encontrei mais alguns, quase todos fragmentados pela ação das ondas e ventos. Coloquei eles novamente n’água e fiz essas fotos que não são grandes coisa, mas servem para mostrar, mais uma vez, nossa riqueza que por ter reduzido porte é ainda pouco conhecida e, portanto, valorizada!

Esses exóticos nudibrânquios vivem flutuando na superfície dos mares, alimentando-se de águas vivas e caravelas. Sua flutuação é garantida pelas bolhas de gás encontradas no estômago.

Devido as correntes marinhas são amplamente distribuídos em todos os oceanos tropicais e temperados, sendo encontrados encalhados nas praias, especialmente, depois do mau tempo e ventos fortes, todavia devido ao seu pequeno porte (os maiores exemplares que encontrei tinham o tamanho de minha unha do dedo indicador!) são raramente registrados. No Brasil há registros documentados na Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Da próxima vez que for andar na praia, veja por onde anda! Você pode estar, literalmente, pisando numa jóia da natureza!

Abraços e beijos,
Buia

O site Soteropoli agora está prestigiando as embarcações da Baía de Todos os Santos

terça-feira, 5 de maio de 2009


Clique na imagem acima para acessar o site. Os mergulhadores locais reconhecerão várias embarcações.

Aproveite para visitar em fotos o Dique do Tororó, o Forte de Monte Serrat, o Mercado Modelo, o Forte de Santa Maria…

Foto do Irman (naufragou na Pituba em 1968)

terça-feira, 5 de maio de 2009

Um bom local para mergulhar quando o mar está calmo. Como regra geral mergulha-se no Irman no verão.


Fonte: Jornal A Tarde

O Irman, eu o vi navegando em uma tarde de domingo em direção Sul e passando no farol de Itapoan, muito próximo a terra, derivando e com dificuldade, quando eu lá estava com uma garota no carro Interlagos, que eu possuía.

No mesmo dia pela noite encalhava na Pituba. Os ventos fortes do Sul dominaram a sua máquina em operação, já que a de BE estava quebrada, e o lançou nas pedras.

Convidados pelo Dr Vital da Navegação Bahiana para fazer uma inspeção de avaliação do estado do casco, rumamos eu e o Lopes para lá dar um mergulho, quando embarcamos em uma jangada dos pescadores da Pituba e lá chegamos.

Apoiado em duas pedras o casco já começava a partir-se, e o mar, vindo pelo Sul, o balançava.

Já tinham estado lá em uma noite, uns piratas por mim conhecidos e saqueado peças de navegação e marinharia, pois um ia viajar em um veleiro.

Na orla, Marta Vasconcelos, mais tarde Loureiro, recém eleita Miss Universo, chegava ao Brasil e passava em carreata.

Um dos piratas me deu uma bússola que tenho em uma mesa de centro e mais tarde fui lá com ele e resgatamos diversas bombas em bronze, e em 1973 um dos hélices, com o eixo partido ainda inserido, que pesava aproximadamente 300 kg, isto com o pessoal do NEPTUNO.

Dortas

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Nossa, fantástica a foto. Parabéns pelo artigo. Já fiz alguns mergulhos lá (no verão). A visibilidade não é lá essas coisas, mas o naufrágio é maravilhoso. Outro naufrágio muito legal, bom de visitar no verão, é o Manau que fica em Amaralina. Bons mergulhos!!! Genser Freire