O capitão Marcos de Paula e seu imediato e sobrinho postiço, Help e Lena, André e Ludmila fizeram uma expedição ao pai da Baía de Todos os Santos, o rio Paraguassú (grafia original), para descansar da guitarra momesca, rebolados anglicistas, lobo que traça de netinha a vovozinha e outra coisitas a mais que a Bahia insiste em ser precursora.

Da esquerda para direita: Help, Marcos de Paula, André Lima, Imediato e Lena. Foto por Ludmila Senna.
As cidades e vilarejos do rio Paraguassú, consideradas Recôncavo Baiano, também têm carnaval. Mas em outra escala e modalidade. As ruas ficam cheias de pessoas com máscaras e fantasias, especialmente os caretas. Em Maragojipe há concurso de mascarados. Muitos fotógrafos aparecem nessa cidade para registrar pessoas ou grupos fantasiados.

A fantasia tradicional é o careta, mas vale tudo. Inclusive fantasias inspiradas no carnaval de Veneza. Foto André Lima.
Porto das Pedras
Esse local mais reservado é onde mora Mestre Jorge com sua família e seu belíssimo saveiro de vela de içar “Sombra da Lua”, ganhador da última regata João das Botas (ano 2009). Não é fácil chegar sem conhecer o caminho, corre-se o risco de encalhar. Mas, além do Grauçá, outros barcos foram escoltados pelos Mestres Jorge e Eufrásio (tio de Jorge e quem lhe ensinou a velejar no Sombra da Lua).
Passeando pelo Paraguassú
São Francisco do Paraguassú e sua imponente igreja e convento, Santiago do Iguape, Coqueiros, Nagé, Maragojipe, Cachoeira, São Félix do Paraguassú… São varias cidades e vilas interessantes. Além das embarcações, aves, vegetação, mangue… um prato cheio para quem curte a natureza e a cultura do Recôncavo. Vejas algumas fotos:





































