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	<title>Necton Sub - Mergulho e Aventura &#187; E ficou para história</title>
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	<description>Tudo sobre mergulho recreativo em Salvador - Bahia</description>
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		<title>Primeiros passos da arqueologia subaquática na Baía de Todos os Santos</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 03:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos de Impactos Culturais da Ampliação da Ponta Norte do Porto Organizado de Salvador: Diagnóstico e Levantamentos Arqueológicos Subaquáticos.
A polêmica obra de ampliação do Porto Organizado de Salvador requer aprovação em diversos estudos, conforme consta na RESOLUÇÃO CONAMA N° 001 de 23.01.86 EIA/RIMA (CONAMA de Conselho Nacional do Meio Ambiente, EIA de Estudo de Impacto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estudos de Impactos Culturais da Ampliação da Ponta Norte do Porto Organizado de Salvador: Diagnóstico e Levantamentos Arqueológicos Subaquáticos</strong>.</p>
<p>A polêmica obra de ampliação do Porto Organizado de Salvador requer aprovação em diversos estudos, conforme consta na RESOLUÇÃO CONAMA N° 001 de 23.01.86 EIA/RIMA (CONAMA de Conselho Nacional do Meio Ambiente, EIA de Estudo de Impacto Ambiental e RIMA de Relatório de Impacto Ambiental). </p>
<p>Porém, não raras vezes alguns estudos são negligenciados, a exemplo dos sítios arqueológicos subaquáticos. Mas não foi o caso do Porto Organizado  de Salvador, que contou também com a ajuda combativa de alguns mergulhadores, alunos e professores da UFBA para que acontecesse. Até esse blog deu a sua contribuição. <a href="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/archives/3763">Veja aqui.</a></p>
<p>Finalmente, na terça-feira (26.01.2010) a arqueologia subaquática na Baía de Todos os Santos deu os seus primeiros passos. A embarcação Necton Sub saiu do píer do Terminal Náutico da Bahia para fazer uma identificação gráfica do assoalho marinho da região que vai sofrer uma dragagem, utilizando o moderno 4100 Side Scan System da marca Edge Tech. </p>
<div id="attachment_5054" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/3.jpg"><img src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/3-300x225.jpg" alt="" title="(3)" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-5054" /></a><p class="wp-caption-text">Esse torpedo amarelo é o towfish ou peixe. É a parte que fica submersa enviando e recebendo o sinal.</p></div>
<div id="attachment_5061" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/24.jpg"><img src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/24-300x225.jpg" alt="" title="(24)" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-5061" /></a><p class="wp-caption-text">Preparando para colocar o peixe na água.</p></div>
<div id="attachment_5060" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/22.jpg"><img src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/22-300x225.jpg" alt="" title="(22)" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-5060" /></a><p class="wp-caption-text">O oceanógrafo Pedro Pereira foi o operador do Sistema.</p></div>
<p>Nessa operação inicial identificou-se a necessidade de alguns ajustes no equipamento. Assim, outras saídas serão realizadas para finalizar esse trabalho que muito ajudará o trabalho submerso dos arqueólogos. Além de Pedro Pereira e sua colega Renata, embarcaram o arqueólogo Luydy Abraham e os marinheiros André Lima e Mário &#8220;Mukeka&#8221;.</p>
<p>Fotos por Luydy Abraham.</p>
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		<title>Novo Naufrágio no Litoral Norte da Bahia</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 10:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eurípedes Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Disseram por aí...]]></category>
		<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>

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		<description><![CDATA[Um acontecimento inusitado ocorreu em 2006, quando um conceituado grupo de estudiosos da vida marinha, durante uma pesquisa realizada no Litoral Norte da Bahia, resgatou de forma acidental, em seus anzóis das linhas de coleta de espécies marinha, alguns fragmentos de metal, tal fato, levou-os a suspeitar que no ponto poderia haver a existência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um acontecimento inusitado ocorreu em 2006, quando um conceituado grupo de estudiosos da vida marinha, durante uma pesquisa realizada no Litoral Norte da Bahia, resgatou de forma acidental, em seus anzóis das linhas de coleta de espécies marinha, alguns fragmentos de metal, tal fato, levou-os a suspeitar que no ponto poderia haver a existência de um possível naufrágio, até então desconhecido.</p>
<p>As suspeitas na verdade levam a crer, que o possível naufrágio possa ser o navio cargueiro brasileiro Brasiloide, pertencente a Loyd Nacional S/A, com 136,1 m de comprimento, que naufragou naquela área, resultante de um ato de guerra do submarino alemão U518, em 18/01/1943, há quase 67 anos, ainda não localizado, contudo, não se descarta a possibilidade do ponto ser um vapor antigo, ou até mesmo o submarino alemão U161, naufragado no mesmo ano e assim como o Brasiloide, ainda também não localizado.</p>
<p>Em que pese as controvérsias, uma verificação no ponto, realizada por um especialista em naufrágios, seria suficiente para identificar o mesmo, não fosse o fato que o pretenso naufrágio esteja localizado em águas quase abissais&#8230; o que torna essa verificação um verdadeiro desafio tecnológico.</p>
<p>Essa história promete render desdobramentos, ao passo que um grupo de mergulhadores, pretendem dar uma olhada no naufrágio, numa tentativa de se buscar subsídios importantes para identificação do mesmo e das causas do seu afundamento, utilizando-se para tanto de tecnologia de ponta, e quem sabe, até realizar o impossível: Fazer um mergulho no local.</p>
<p>Quem viver verá!</p>
<p>Bons Mergulhos</p>
<p><em><strong>PS:</strong> em breve vamos publicar um recorte de carta náutica indicando a localização do naufrágio.</em></p>
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		<title>A volta ao mundo em 545 dias</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 01:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>

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		<description><![CDATA[Com esse título, há 40 anos, a revista Manchete publicava uma extensa matéria sobre a volta ao mundo que um saveiro da Bahia iria fazer.
Não um saveiro qualquer (como se isso existisse). Mas, já na época da reforma, o famoso Santa Cruz de Lev Smarcevski. Pois essa reforma levou mais de 3 anos e contava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com esse título, há 40 anos, a revista Manchete publicava uma extensa matéria sobre a volta ao mundo que um saveiro da Bahia iria fazer.</p>
<p>Não um saveiro qualquer (como se isso existisse). Mas, já na época da reforma, o famoso Santa Cruz de Lev Smarcevski. Pois essa reforma levou mais de 3 anos e contava com várias obras de arte dos artistas baianos, a exemplo dos diversos entalhes de Caribé.</p>
<p><a href="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/tripula-santa-cruz1.jpg"><img src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/tripula-santa-cruz1.jpg" alt="" title="tripula santa cruz" width="700" height="516" class="aligncenter size-full wp-image-4999" /></a><br />
<strong>Tripulação do Santa Cruz. Nota-se o Elevador Lacerda no canto superior direito da foto. Foto de Juvenil de Souza e Paulo Guimarães.</strong></p>
<p>O Santa Cruz foi um saveiro adaptado para essa proposta: dar a volta ao mundo levando um pouco da Bahia. O lema era &#8220;Saveiro da Bahia conduz o mistério do seu povo, sua rosa de amor e fraternidade&#8221;. Essas palavras de Jorge Amado estavam gravadas em baixo relevo e patinadas em ouro. Se você pensa que o nome Fratenidade do atual barco do engenheiro Aleixo Belov é coincidência, enganou-se. Aleixo fazia parte daquela tripulação de oito privilegiados. E neste janeiro de 2010 Belov lançou seu barco com propósitos bem parecidos. Mas isso é assunto para outra matéria.</p>
<p><a href="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/P1070113.jpg"><img src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/P1070113.jpg" alt="" title="P1070113" width="600" height="428" class="aligncenter size-full wp-image-5008" /></a><br />
<strong>Foto (meia boca) de uma reprodução da gravura do Saveiro Santa Cruz</strong></p>
<p><strong>Quem foi Lev Smarcevski</strong></p>
<p>&#8220;Graminho, A Alma do Saveiro&#8221; de Lev é livro de cabeceira de qualquer navegador, mas o autor já era muito popular na Bahia antes de publicar esse livro em 1996. Primeiro porque era um estrangeiro (o cara veio da geladíssima Sibéria!) apaixonado pela Bahia, assim como Caribé, Pierre Verger e alguns outros: baianos por merecimento. E além de expert em navegação, era arquiteto, pintor, esportista&#8230; enfim e o mais importate, o multitalentoso Lev Smarcevski era amigo de meia Bahia. Provavelmente da Bahia inteira. </p>
<p>&#8220;Não quero provar coisa alguma, não vou patrocinar nada, nem ao menos penso em vender um livro de aventuras. Quero apenas, embora isso possa parecer incrível, realizar um sonho que pode ser tudo &#8211; até absurdo &#8211; mas que é meu, autêntico, verdadeiro e que já contagiou outros&#8230;&#8221; Basta esse trecho de sua fala para entendermos da grandeza dessa pessoa. E bote grande nisso, Lev tinha quase 2 metros de altura.</p>
<p><strong>A viagem dos sonhos</strong></p>
<p>Nada era à toa. Lançado ao mar no escolhido dia de Nossa Senhora Senhora da Conceição da Praia (8 de dezembro), o Santa Cruz deveria cruzar os 7 mares em 545 dias. Embarcados: Arlindo e Flor (marinheiros de Camamu), Lev e o filho Ivan Smarcevski, Aleixo Belov, Joaquim Gonçalves e o experiente navegador Lôbo Brito. Essa era a tripulação definitiva, pois depois de atrasos e percalços, incluindo modificações na rota, alguns membros sairam e outros entraram.</p>
<p>Lev calculava que com dois dólares americanos por pessoa por dia era o suficiente para a alimentação. Mas não conseguia precisar quanto poderia gastar em manutenção &#8220;Aumentando o número de pessoas, os gastos dimimuem. Mas só vamos em oito e é difícil saber quanto se vai gastar em manutenção, porque existe o imponderável e muita coisa pode acontecer daqui pra frente, até meados de 1971, quando estaremos outra vez aqui&#8221;.</p>
<p>O fato é que o Santa Cruz não conseguiu completar a viagem. Ficou no Caribe, apos 24 mil milhas navegadas. Mas isso aconteceu depois da matéria da revista Manchete. E é assunto para o capítulo dois. Até lá.</p>
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		<title>Projeto de Turismo Náutico da BTS</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 17:10:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Disseram por aí...]]></category>
		<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>

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		<description><![CDATA[SOLICITAÇÃO DE COLABORAÇÃO:
A Prof. Grazia Burman, velejadora, especialista em Economia do Turismo, professora da UCSal/Fac. de Economia, ganhou a licitação/concorrência para elaborar o Projeto de Turismo Náutico da Baía de Todos os Santos para o governo estadual.
Mergulho, pesca, vela e muito mais, podem fazer parte do projeto que deve basear-se numa economia sustentável. Quem tiver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SOLICITAÇÃO DE COLABORAÇÃO:<br />
A Prof. Grazia Burman, velejadora, especialista em Economia do Turismo, professora da UCSal/Fac. de Economia, ganhou a licitação/concorrência para elaborar o Projeto de Turismo Náutico da Baía de Todos os Santos para o governo estadual.<br />
Mergulho, pesca, vela e muito mais, podem fazer parte do projeto que deve basear-se numa economia sustentável. Quem tiver sugestões ou conhecer pessoas que queiram dar sugestões favor enviá-las, logo que possível, para graziaburman@gmail.com  .<br />
A Prof. Grazia entregará o projeto pronto em novembro.<br />
Agradecido pela colaboração envio abraços a todos.<br />
Pedro Paulo Nunes<br />
Pai de Anchieta, colega da prof. Grazia na Fac. Economia UCSal</p>
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		<title>Um pouco de história da fotosub</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Lima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotos]]></category>

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		<description><![CDATA[No link (figura) abaixo, do site da Confederação Brasileira de Fotografia, você poderá ler e/ou baixar um arquivo (em PDF) de Arduíno Colasanti.

O artigo de duas páginas, com algumas imagens, chama-se &#8220;Hans Hass, Rolleimarin e Maurizio Sarra&#8221;. Se você gosta de fotografia subaquática e não conhece esses nomes, corra para ler o que o ator, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No link (figura) abaixo, do site da Confederação Brasileira de Fotografia, você poderá ler e/ou baixar um arquivo (em PDF) de Arduíno Colasanti.</p>
<p><a href="http://www.confoto.art.br/digital/artigos/ac1.pdf"><img class="aligncenter size-full wp-image-4874" title="rolleimarin" src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/rolleimarin.jpg" alt="rolleimarin" width="400" height="462" /></a></p>
<p>O artigo de duas páginas, com algumas imagens, chama-se &#8220;Hans Hass, Rolleimarin e Maurizio Sarra&#8221;. Se você gosta de fotografia subaquática e não conhece esses nomes, corra para ler o que o ator, mergulhador, namorador, fotógrafo&#8230; enfim o multitarefa Arduíno escreveu.</p>
<p>E para não o considerarem um velho dinossauro (palavras dele), Arduino também escreveu &#8220;Foto Antiga &#8211; Muito Antes de Hass&#8221;.</p>
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		<title>Canhoneira Eber</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 19:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fialho</dc:creator>
				<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>
		<category><![CDATA[atarde]]></category>
		<category><![CDATA[canhoeira]]></category>
		<category><![CDATA[eber]]></category>
		<category><![CDATA[naufrágio]]></category>
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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro de 1917, o presidente da República do Brasil Wenceslau Brás sancionou a declaração de guerra à Alemanha.  Neste mesmo dia,  na capital da Bahia, ocorria um ato de afronta as autoridades militares da região: tripulantes de um navio de guerra alemão provocam um incêndio a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro de 1917, o presidente da República do Brasil Wenceslau Brás sancionou a declaração de guerra à Alemanha.  Neste mesmo dia,  na capital da Bahia, ocorria um ato de afronta as autoridades militares da região: tripulantes de um navio de guerra alemão provocam um incêndio a bordo e põem a pique a embarcação abrindo as válvulas dos seus tanques, impedindo assim que a Marinha Brasileira tomasse posse da mesma.</p>
<p>Um repórter do Jornal A Tarde ouviu de um grupo de marujos do navio, de que não iriam entregar a embarcação às autoridades competentes. Pois a mesma, já havia sido intimada pelo comandante do destroyer Pianhy. Pouco depois, outros 2 repórteres do mesmo jornal, fretaram uma embarcação e disfarçados de sócios de um clube de regatas do local, foram verificar o que se passava no navio. Ouviram pancadas fortes e viram um marinheiro derramar no convés uma lata de um líquido, que julgavam ser querosene ou gasolina. Um repórter, através de um telefone, relatou o que se passava no navio ao jornal, que se incumbiu de denunciar as estranhas intenções dos tripulantes ao Capitão do Porto e ao General Comandante da Região Militar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4869" title="tripula eber" src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2007/07/tripula-eber.jpg" alt="tripula eber" width="450" height="300" /></p>
<p>Neste mesmo dia, moradores da região observaram desde cedo, a retirada de papéis e objetos de valor do navio pelo ex-secretário do consulado alemão Sr. Fritz com ajuda do Sr. Nicolau Beckrath, através de uma pequena lancha. Em uma dessas viagens, uma equipe de reportagem do Jornal A Tarde, dirigiu-se a um tripulante alemão que indagou o porquê da intromissão do Brasil na guerra já que o navio torpedeado era alemão e, acrescentou que levava pão para bordo e as únicas intenções da tripulação era tocar músicas e dançar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4870" title="consula eber" src="http://www.nectonsub.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2007/07/consula-eber.jpg" alt="consula eber" width="450" height="711" /></p>
<p>No relato do Jornal A Tarde, consta que às 11:00h a tripulação abriu a válvula de 2 dos 7 tanques do navio. Assim, quando os federais se aproximassem para ocupação do navio, bastaria abrir as outras válvulas e a embarcação afundaria mais rapidamente. Apesar destas atitudes serem do conhecimento do Capitão do Porto, este nada pode fazer, pois dependia de ordens especiais do Ministério da Marinha.</p>
<p>Esperava-se que às 18:00hs uma força do destroyer &#8220;Pianhy&#8221; e do Tiro Naval fossem ocupar o navio Eber. Os alemães esperavam que esta força fosse por terra até a Ribeira. Designaram um marinheiro e um músico para ficarem em terra e avisarem a aproximação dos ocupantes.</p>
<p>A pedido do Capitão do Porto, o secretário de polícia enviou 21 praças sob o comando do capitão Meira Pinheiro, para evitar que houvesse fugas durante a ocupação. Com a chegada, às 18:00hs, deste contingente policial, o sentinela alemão correu para praia, nadou poucos metros  e avisou aos companheiros do navio. A tripulação que se encontrava a bordo encarregou-se de abrir todas as válvulas dos tanques e atear fogo para evitar a ocupação da embarcação.</p>
<p>Os policiais em terra prenderam o músico e o outro sentinela e os conduziram até o posto policial da Penha, mas não podiam intervir nos acontecimentos em mar.</p>
<p><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/a3c2b3039e34480cb469b9462c089188.jpg></p>
<p>O fogo se concentrava na popa do navio, então os alemães subiram ao convés e provocaram um novo incêndio na proa. Os tanques que foram abertos encheram em 40 minutos e causaram o adernamento do navio para seu estibordo, ficando emerso apenas os mastros e parte do costado. Enquanto isso, a tripulação fugia em direção a São Tomé em um bote.</p>
<p>As 19:00h partiu por terra uma força da Capitania do Porto composta de 30 praças do Tiro Naval. Quando chegou no local requisitou diversos botes para patrulhar a enseada. Encontraram o bote número 1 e número 2 do navio, porém estavam vazios. Enquanto os botes faziam a patrulha na área da enseada, os rebocadores Paraguassú e Aracajú patrulhavam nas medições externas à enseada de Itapagipe. As 22:00h foi designada outra patrulha para o mar, constituída pelos atiradores Arthur de Lemos Britto, Mendes Borges e Alcides Santos, este último comandante. Partiram em direção a Mont`Serrat. Pouco tempo de viagem depararam com outro bote de pescadores, porém à vela. Requisitaram a embarcação e após meia hora avistaram um silhueta de uma embarcação à remo. Com o favorecimento da brisa, em pouco tempo alcançaram a embarcação onde estavam os fugitivos. A primeira ordem de parada não foi obedecida, mas a segunda intimação com tiros para o ar foi o suficiente. Rumaram-se as duas embarcações para o Mont`Serrat. Com ajuda de populares conduziram os 18 fugitivos até Itapagipe. De lá foram escoltados pela polícia e pelos atiradores navais até a Capitania do Porto.</p>
<p>O navio Eber era uma canhoneira fluvial que foi construída em 1902/03 para frota alemã das colônias. Era uma embarcação de 64,1 m de comprimento total, 9,70 m de boca, 3,62 m de calado e tinha um deslocamento de 977 toneladas. Sua velocidade máxima alcançava 13,5 nós. Seu casco era de aço revestido com madeira e esta era revestida com uma chapa de latão e aparafusada nas cantoneiras. Possuía dois motores a vapor e seu eixo telescópico (veio propulsor) era vazado para diminuição do peso. Suas vigias eram de bronze. Assim como sua irmã SMS Panther dispunha de dois canhões de 10.5 cm, quatro de 88mm e mais seis canhões de tiro rápido de pequeno calibre e metralhadoras. Seu combustível, assim como a maioria das outras unidades de superfície das frotas mundiais, era o carvão de pedra. Tinha duas chaminés.</p>
<p>Hoje em dia, o navio se encontra 50% enterrado, adernado sobre boreste e muito danificado por bombas para matar peixes. E se a água fosse limpa, seria um fantástico mergulho de 6 m de profundidade a 50m de distância da praia.</p>
<p>Cortesia das primeiras fotos: Orlins Santana.</p>
<p>Primeira publicação em <span id="timestamp"> <strong>25 de julho de 2007 às 8:23h.</strong></span></p>
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		<title>Você usa máscara importada?</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 17:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fialho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas Interessantes]]></category>
		<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>

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		<description><![CDATA[
Cotação realizada em março de 1991. Na época 1 dólar na cotação comercial de compra valia Cr$ 224,15 (duzentos e vinte e quatro cruzeiros e quinze centavos).
Provavelmente quem comprou uma máscara importada deve ter pago com doze notas de mil, duas de cem e uma de cinqüenta cruzeiros. Ou seja, 15 notas no total.
Se o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/118a1c22357f6cd8e2bc42a5af6ff763.jpg><br />
Cotação realizada em março de 1991. Na época 1 dólar na cotação comercial de compra valia Cr$ 224,15 (duzentos e vinte e quatro cruzeiros e quinze centavos).</p>
<p>Provavelmente quem comprou uma máscara importada deve ter pago com doze notas de mil, duas de cem e uma de cinqüenta cruzeiros. Ou seja, 15 notas no total.</p>
<p>Se o Brasil não tivesse mudado de moeda, em 26 de janeiro de 2003, quando o dólar comercial de compra estava por R$ 3,62, você precisaria de Cr$ 10.169.086,02 (dez milhões, cento e sessenta e nove mil e oitenta e seis cruzeiros e dois centavos) para comprar uma máscara dessa.</p>
<p>Só em notas de 1000 cruzeiros você iria precisar levar um carrinho para transportar. Seriam mais dez mil notas.</p>
<p>Que país louco, não? Talvez não. Vamos votar melhor! Sarney, o grande rei da inflação, ainda tem vida política ativa. A propósito, uma ponte Salvador-Itaparica vai custar muito mais do que custou a faraônica Rio-Niterói. Tente imaginar se essa obra tivesse que ser paga em cruzeiros.</p>
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		<title>Mergulho no azul &#8211; Sexta-Feira da Paixão de 2009.</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 22:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fialho</dc:creator>
				<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana Santa, Sexta-Feira da Paixão. Marcamos mais uma daquelas saídas para mergulhar no azul. Havia tempo que não mergulhava no “Pedregulho”, também conhecido como Falha de Fora ou Pedra do Negão, por conta da quantidade de Badejos existentes no local. Um pedrado extenso, 40 m de profundidade, mar aberto, que algumas vezes nos surpreende e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana Santa, Sexta-Feira da Paixão. Marcamos mais uma daquelas saídas para mergulhar no azul. Havia tempo que não mergulhava no “Pedregulho”, também conhecido como Falha de Fora ou Pedra do Negão, por conta da quantidade de Badejos existentes no local. Um pedrado extenso, 40 m de profundidade, mar aberto, que algumas vezes nos surpreende e nesse dia eu fui surpreendida.</p>
<p>O que seria apenas uma prática rotineira, com três amigos a bordo de um barco pesqueiro para fazer mergulhos independentes, se transformou em uma das mais difíceis situações que passei na vida. Me fez ver o quão pequena e insignificante sou diante da imensidão azul do mar, me fez rever alguns conceitos e principalmente relembrar que com o mar não se brinca. E não se brinca mesmo!</p>
<p>Saímos da Praia de Guarajuba numa embarcação, espaçosa, com capacidade para dez mergulhadores. Nosso grupo era de seis mergulhadores. Estávamos alegres e ansiosos por mais um daqueles mergulhos incríveis no azul. Pouco mais que uma hora de navegação até o primeiro ponto.</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/6e580768bc4c3549f6fd95b52ce1a4ff.jpg></center></p>
<p>A maré estava grande e havia forte correnteza, nos forçando a bater pernas até chegar ao cabo da âncora, que também era o de descida. A água não estava tão limpa como de costume, assim mesmo o mergulho no Pedregulho correu bem, imagens foram feitas, respeitamos o tempo de fundo, de descompressão e na superfície, capitão e marinheiro, ambos pescadores, nos aguardavam com os peixes que haviam pescado de linha para nosso almoço.</p>
<p>Intervalo de superfície divertido, todos contentes, lanchamos enquanto aguardávamos o peixe ficar pronto, foi quando decidimos seguir para a Falha, um ponto com aproximadamente 26 m de profundidade e mais perto da costa, já no caminho de volta.</p>
<p>O mar continuava a “correr” bastante… eu, meio preguiçosa sem querer fazer o segundo mergulho, o que não é comum ocorrer. Foi quando decidimos cair logo na água e almoçar após o mergulho. </p>
<p>Um casal começou a descida, enquanto meu dupla terminava de se equipar e eu entrava na água por bombordo que estava livre. Achei que não encontraria obstáculos para chegar mais rápido ao cabo e lá aguardá-lo. Em seguida, caíram pelo outro bordo meu dupla e mais uma dupla de mergulhadores. Todos desceram, enquanto eu era arrastada pela correnteza à uns dois metros de profundidade, já perdida do cabo da âncora.</p>
<p>Como costumo mergulhar nesses pontos e sei que normalmente a correnteza ocorre na superfície enquanto no fundo fica tranqüilo e com boa visibilidade, tomei a infeliz decisão de descer até o fundo, pensando que seria mais fácil de encontrar o cabo preso a embarcação e o restante da turma lá embaixo.</p>
<p>Passei 10 minutos no fundo, procurando os companheiros. Avistei peixes grandes dos quais desconheço a espécie. Lá embaixo não corria, a água estava boa. Pensei em amarrar a carretilha num pedrado e soltar o <i>deco marker</i>, marcando o ponto onde eu estava. Mas me lembrei que lá na superfície corria muito, o cabo da carretilha poderia se partir e eu perder o <i>deco marker</i>. Foi quando avistei a linha e o anzol dos pescadores que comandavam nossa embarcação. Não pensei duas vezes e soltei o <i>deco marker</i> lá de baixo, iniciando lentamente minha subida.</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/7b263564de88aae99962d3471b11c65c.jpg></center></p>
<p>Aos 10 m de profundidade já corria e eu me afastava cada vez mais da embarcação. Queimei um minuto da parada de segurança, mesmo tendo feito um mergulho de 40 metros de profundidade há menos de duas horas.  </p>
<p>Quando cheguei à superfície e avistei o barco bem distante, a minha primeira reação foi xingar. Então pensei em abandonar o meu cinto com 5 kg de lastro. Mas, se eu precisar descer? E se eu precisar amarrar meus equipamentos? Nesse momento vários pensamentos me vinham à cabeça. Me lembrei dos tintureiras avistados de cima da embarcação após um mergulho que fizemos em Praia do Forte há pouco tempo atrás, pensei nos “bichos grandes”, pensei se eu conseguiria chegar até alguma praia, pensei no tanto de estórias sinistras que já aconteceram naquelas “redondezas”, pensei no resgate, pensei que o barco poderia estar com pouco combustível e talvez resolvessem voltar à terra para pedirem por ajuda, pensei na noite difícil que teria se tivesse de passar ali, que apesar da lua cheia eu estava sem lanternas e dificilmente seria avistada, na família, nas minhas cadelas, amigos (as), na vida, na morte, até que conclui que esses pensamentos não iriam me levar a lugar nenhum dos quais eu queria chegar naquele exato momento. </p>
<p>Comecei a pensar em situações semelhantes que tiveram finais felizes. Foi quando comecei a pensar em Deus e a falar com Ele. Foram quase duas horas controlando meus pensamentos e tentando manter a calma. O barco desaparecia e aparecia. Já estava tendo dificuldades em enxergá-lo. Balançava o <i>deco marker</i> e gritava, pois não tinha se quer um apito, mas não adiantava porque eu já estava a mais de um quilômetro de distância e o vento não permitiria que eles me ouvissem. Eu não entendia por que demoravam tanto tempo para fazerem o barco andar e virem atrás de mim.</p>
<p>Juntaram-se pensamentos positivos, fé, sorte (sei lá!) e comecei a enxergar o barco em movimento. Graças a Deus eles vinham em minha direção. Uma mistura de alívio, cansaço e muitas reflexões tomaram conta de mim. Meu corpo ficou pesado e dessa vez um banho de mar não retiraria aquele peso. </p>
<p>Ao se aproximarem ouvi alguém dizer: &#8211; se prepare para apanhar! Outro falava de lá: &#8211; agora você vai ouvir! Teve chororô!! Eu segurei o nó na goela!!! Outro pulou na água e ainda me deu uns “caldos”. &#8211; Chega de água salgada por hoje, disse eu que já tinha bebido “um tiquinho” suficiente para perder o apetite e abrir mão do peixe que já estava pronto a bordo. Já haviam ligado pra pegar telefone da Capitania dos Portos. Todos estavam tensos. Mas, o importante era que eu já estava ali. </p>
<p>Algumas coisas eu não entendi como puderam acontecer. O fato é que essas coisas simplesmente acontecem e ninguém está livre por melhor mergulhador que seja. Não conheço nenhum mergulhador auto-suficiente a ponto de nunca ter necessitado de uma ajuda por menor que seja.</p>
<p>Existem medidas que poderiam ter sido tomadas para evitar o ocorrido. Mas comparo com quem dorme de portas abertas. A gente só passa a tranca depois que é assaltado. A gente só começa a rever conceitos e condutas após passar por uma experiência como esta. Algumas pessoas aprendem também com as experiências dos outros.</p>
<p>Com certeza esses momentos ficarão registrados em minha memória e passarei a adotar mais algumas medidas de prevenção. Cautela, equipamentos de segurança e um bom planejamento de mergulho, antes de embarcar numa aventura dessa, talvez me poupasse desse susto.</p>
<p>Gostaria de agradecer aos companheiros sub de aventuras independentes e dizer que outras virão. Me desculpar pelo susto que preguei em todos, apesar do susto maior ter sido o meu. </p>
<p>Papai do Céu viu que estava muito cedo para eu deixar esse planeta, que tenho ainda muito o que aprender e muitos assuntos pendentes por aqui pra partir assim, tão cedo. Essa foi a minha Sexta-Feira da Paixão de 2009, hoje é Sábado de Aleluia, o amanhã a Deus pertence e 21 de abril, dia de Tiradentes, terá mais! Quem se habilita?</p>
<p>Beijos, abraços, bons mergulhos a todos e não se esqueçam do <i>deco marker</i>, espelhinho, apito, <i>dive alert</i>, <i>spool</i>, carretilha…&#8230;&#8230;&#8230;. e um bom planejamento.</p>
<p>Léia.</p>
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		<title>Mergulho duplo por R$ 20,00</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 11:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fialho</dc:creator>
				<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>

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		<description><![CDATA[A propaganda consta no periódico Go Diving da Dive Bahia de janeiro de 1996.


E apenas R$10,00 se você levasse os seus cilindros. Barato, né? Nem precisava tirar o dinheiro da sua poupança Bamerindus. Hoje, esse valor atualizado pela poupança, seria de R$37,64 (reajuste de 276,43%, de 01.96 a 03.09).
As saídas eram realizadas na embarcação Papillon. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda consta no periódico <i><b>Go Diving</i></b> da Dive Bahia de janeiro de 1996.</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/972b0cb77f4ee0c1b9d996bfc58cf20e.jpg></center><br />
<center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/b4fe9b251cccd585b76eca294bb969c0.jpg></center></p>
<p>E apenas R$10,00 se você levasse os seus cilindros. Barato, né? Nem precisava tirar o dinheiro da sua poupança Bamerindus. Hoje, esse valor atualizado pela poupança, seria de R$37,64 (reajuste de 276,43%, de 01.96 a 03.09).</p>
<p>As saídas eram realizadas na embarcação Papillon. </p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/c00d684b931edd7927bafd26b753eca3.jpg></center><br />
O instrutor era o cabeludo de óculos dessa foto. Você não o reconhece?</p>
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		<title>Rêgo das Caranhas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 15:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fialho</dc:creator>
				<category><![CDATA[E ficou para história]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
		<category><![CDATA[caranhas]]></category>
		<category><![CDATA[chango]]></category>
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		<description><![CDATA[Salve pessoal!
Espero que o carnaval de todos vocês tenha sido tão bacana quanto o meu!
Mergulhei na região do Rêgo da Caranha, um lugar místico e pouco conhecido onde há uma grande concentração de caranhas, Lutjanus cyanopterus, e outros grandes peixes (Seriola, Caranx, Mycteroperca, Trachinotus, Elegatis) e golfinhos (Tursiops). Os mergulhos só foram possíveis de serem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve pessoal!</p>
<p>Espero que o carnaval de todos vocês tenha sido tão bacana quanto o meu!</p>
<p>Mergulhei na região do Rêgo da Caranha, um lugar místico e pouco conhecido onde há uma grande concentração de caranhas, <i>Lutjanus cyanopterus</i>, e outros grandes peixes (<i>Seriola, Caranx, Mycteroperca, Trachinotus, Elegatis</i>) e golfinhos (<i>Tursiops</i>). Os mergulhos só foram possíveis de serem realizados graças ao empenho do Instrutor Ricardo Villegas, mais conhecido como &#8220;Chango&#8221;.</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/a6a9d388d8b22efb980c4bae2727e792.jpg></center><br />
<b>Zé de Anchieta com uma filmadora de vídeo e Ricardo Villegas &#8220;Chango&#8221;</b></p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/f99a99ab1d7514666b1f5cc4447432bf.jpg></center><br />
<b>As caranhas no fundo (60 metros de profundidade)</b></p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/d91637acb8f4a7eb2866d79f1124f7b0.jpg></center><br />
<b>Apesar da boa visibilidade, a baixa luminosidade degrada a qualidade da imagem</b></p>
<p>Foram quatro mergulhos entre 57 e 60 m de profundidade com muita segurança, onde eu, José de Anchieta e Chango filmamos e fotografamos muita coisa interessante. Compondo a equipe de mergulho, José Amorim deu todo o apoio na superfície e nas paradas de descompressão. A água era cristalina, passando fácil dos 30 m de visibilidade, uma coisa linda!  Além dos grandes peixes mergulhamos com um pequeno grupo de golfinhos Fliper! Um espetáculo!</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/a30d1787325ebabe155118a422685edc.jpg></center><br />
<b>Chango após liberar &#8220;deco marker&#8221;, durante o processo de subida</b></p>
<p>Na borda dos recifes há esponjas tubulares gigantes, corais, <i>Montastraea, Sidesrastraea</i>, acho que até <i>Favia</i> observei, além de muitos corais negros, ferros (ancoras) e linhas de pesca estouradas pelos grandes peixes. Os peixinhos recifais foram uma surpresa! Cardumes de carapitangas, <i>L. alexandrei, Bodianus pulchellus, Chromis jubauna, Prognathodes brasiliensis</i>, álém de muitas espécies comuns em águas rasas, como salemas, <i>Anisotremus virginicus</i> e cambubas, <i>Haemulon parra</i>&#8230;</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/12b2a805e7cac7f651d6629871db87a9.jpg></center><br />
<b>Esponjas tubulares</b></p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/dfd9e8760f7df0a54086d603f8559008.jpg></center><br />
<b>Cardume de xaréu</b></p>
<p>Esses mergulhos fazem parte de um projeto chamado Pró-Arribada sendo coordenado em Salvador pelo Prof. George Olavo da UEFS, que monitorou e amostrou a frota linheira atuante na região.</p>
<p>A equipe do monitoramento pesqueiro contou, ainda, com as participações de Rafa, Cláudio &#8220;Tico&#8221; e Priscila Malafaia todos alunos da UEFS.</p>
<p>Dentro em breve estaremos editando provavelmente dois pequenos documentários sobre a região e desconhecida fauna marinha, aguardem!</p>
<p>Agradecimentos ao Mestre Chico (o único Chico que não é Francisco!) e ao Tonton e sua família pelo suporte, gentileza e atenção!</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/972ebd6dab4c47b0b05bf0127396750e.jpg></center><br />
Abraços e beijos, Buia</p>
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