Arquivo de outubro de 2007

O começo do mergulho – Península de Itapagipe – Salvador / Bahia, por José Francisco Geiger Dortas

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Anos de 56-60

Aconteceu naturalmente. Não tínhamos vídeo games, televisão, a nossa única diversão era a rua, onde jogávamos pinhão, gude, tinham os babas, ferrinho, perseguíamos os malucos que por lá andavam, empinávamos arraia e tínhamos o mar.

Ah, o mar. O mar da Ribeira tinha a particularidade de despraiar criando imensas coroas cheias de mariscos, ter suas águas tépidas como a temperatura do nosso corpo e era uma imensa piscina térmica na sua imensidão de seu espelho d’ água liso no poente, que foi, é e ainda será um dos mais belos do mundo.

Lá nadávamos, mariscávamos, brincávamos de pega-pega nos barcos em suas amarrações e nadávamos. E aliados a isto, existiam as bombas, que matavam tainhas, chavetas e curimãs quando, como corsários, denominação dada aos que mergulham na bomba dos outros e lá pegam o peixe, nadávamos rápido da praia até o local para ainda encontrá-los no fundo, quando mergulhávamos a olhos nus e éramos escorraçados pelos bombeiros, que ameaçavam nos jogar uma bomba.

E ainda tinha a Marinha, o Quartel do Montserrat e a Polícia, que atiravam em nós talvez até para não pegar, mas o faziam.

Tínhamos de nadar rápido para achar ainda o peixe, mergulhar rápido para pegá-los quando os colocávamos dentro de imensos calções de pano amarrados na boca, e nadar rápido para a praia para que não fossem tomados, e ainda correr pela rua com a virilha cheia deles chocalhando e nos furando, buscando um lugar seguro ou chegar em casa. Haja preparo, e isto ia-nos endurecendo, dando massa muscular e preparo físico, aliado a ter uma pele queimada pelo sol, quando a nossa origem negra, carregando a pele de melanina, nos protegia e nos tornava bronzeados. Até então não existia ultravioletas, buraco de ozônio e outras coisas mais.

Começamos então a nadar, quando fazíamos longos percursos e na loucura da adolescência, íamos de bonde até o elevador e caíamos nadando entre os saveiros e navios da Baiana até o Canta Galo na Calçada, corríamos pela praia até o Montserrat, quando então atravessávamos o cabo e caíamos de novo n’ água a nadávamos até o porto do Bonfim.

Usávamos nesta época uns óculos de soldador de borracha, que substituíamos as lentes verdes por brancas e que nos dava uma visão bifocal. Eram os óculos usados pelos nadadores de travessia, pois não existiam por aqui os específicos, e que nos protegiam os olhos da água do mar.

Com eles começamos a mergulhar nas bombas e ver o fundo do mar!

Iniciamos então a mariscar com água na cintura e olhando o fundo, mergulhar nas pedras rasas das coroas, quando fechávamos um olho para com o outro mirar com arpão de vergalhão e elástico de câmara de ar as garoupinhas, marias pretas, caramurus (moréias) e pequenos polvos. A lagosta era pego de mão.

Como mergulhávamos bem nas bombas de peixe, já existia parceria com os bombeiros, que nos chamavam para mergulhar em locais em que matavam cardumes de guaricemas, xaréus , disputados as vezes com cações que participavam do banquete, e daí para também colocá-las foi um pulo. Tínhamos medo de tudo, mas não de morrer. Achávamos-nos imortais.

Começavam a aparecer nos cinemas filmes com mergulhadores e seus scubas, equipados com imensas traquéias, mergulhando, enfrentando tubarões e expelindo bolhas. Mas era filme e neles, a realidade é próxima da fantasia e víamos isto, como cinema e tão somente.

Apareceu então uma série de TV com um tal de Mike Nelson, estrelado pelo Lloyd Bridges, com revistinha e tudo. Algo novo surgia no ar!

Em seguida o filme “20.000 Léguas Submarinas” do Estúdio Disney, com monstros, tubarões, água azul, peixes e submarino. Abria-se uma nova dimensão e os nossos mergulhos pareciam rasos e os peixes que pegávamos pequenos.

Nesta época já existiam na Ribeira mergulhadores que praticavam a caça submarina em Itapagipe como o Professor Macedo, irmão do Osmar inventor do Trio Elétrico, o Carlos Kelsch e o Carlos Seixas, o famoso Bederodes. (Não sei por que este nome, mais soube na época que era o de um dos anjos que se rebelou no paraíso, tornando-se um demônio).


Professor Macedo com um imenso mero na beira Mar, com traje a rigor.


Mais duas fotos do Professor Macedo, precursor do mergulho autônomo em Salvador, cedidas pelo seu filho Roberto, grande campeão e parceiro na natação.

Era então o universo de mergulho na época, quando eu aproveito e presto homenagem a este homem de extrema inteligência, que deve constar na história do mergulho da Bahia e que dele foi a primeira vítima, quando foi pego por um navio da Navegação Baiana no Banco da Panela, quando teve uma perna amputada e a outra danificada. Fabricou, copiando dos americanos, o seu regulador de mergulho, fabricado nas oficinas da Escola Técnica onde lecionava, quando fabricou réplicas para diversos mergulhadores, amigos seus.

Sobreviveu, tentou mergulhar de novo com uma prótese mais não se realizou, talvez por ter perdido com as seqüelas a integração com a água, vindo a falecer poucos anos atrás, olhando o mar do Belvedere do Bonfim, onde residia.

Este, meus amigos, é o inicio da história do mergulho na Bahia e um dos que o iniciaram, que agora lhe presto homenagem.

Conheça um pouco mais sobre o mergulhador Dortas clicando na foto abaixo:

“Simpósio Internacional – Arqueologia Marítima nas Américas: ocupações litorâneas, barcos e navios, portos e áreas portuárias”

terça-feira, 30 de outubro de 2007

O rosto de contentamento foi uma das marcas do sucesso do Simpósio. E não era para ser diferente, pois a fórmula é infalível: pegar um seleto time de grandes nomes nas suas diversas especializações e colocar em um ambiente agradável para apresentar seus trabalhos.

Foram apresentados trabalhos da Austrália, Colômbia, México, Portugal, Ilhas Cayman e Brasil.


Francisco Alves, um dos mais experientes arqueólogos especialista em Arqueologia Subaquática do mundo, ministrou workshop “Barcos e navios, panoramas e sínteses”. Dentre várias de suas contribuições para o Patrimônio Cultural Subaquático está o texto da Convenção da Unesco.


Gilson Rambelli, presidente da comissão científica do Simpósio e arqueólogo do Centro de Estudos de Arqueologia Náutica e Subaquática da Universidade Estadual de Campinas – CEANS/UNICAMP, e Pilar Luna Erreguerena, pioneira na Arqueologia Subaquática mexicana, que foi responsável pela criação, em 1980, no México, do Departamento de Arqueologia Subaquática do Instituto Nacional de Antropologia e Historia – INAH.


Gabriela Leite, Fábio Marconi (Olhar Filmes) e Glória Tega trabalhando nos registros do evento.


O Simpósio ocorreu no Solar do Rei em Itaparica – Bahia, agora intitulada, pela Secretaria de Turismo da Prefeitura Municipal, Capital da Baía de Todos os Santos.


Pilar Luna Erreguerena conversou sobre assuntos sérios com uma simpática ímpar. Sua apresentação final deixou muitos emocionados.


E ainda teve mergulho no sábado. Alguns conferencistas aproveitaram a água limpa no naufrágio Galeão Utrecht. Na foto: Paulo Bava, doutorando do MAE/USP, CEANS/UNICAMP e bolsista CNPq.

Vale citar a participação de: José Maria Landim Domingues (IGEO/UFBA), Carlos Etchevarne (PPGA-UFBA), Tânia Andrade Lima (Mestrado em Arqueologia-MN/UFRJ), Flávio Calippo (Doutorando do MAE/USP, CEANS/UNICAMP), Denise Pahl Schaan (UFPA), Ibrahima Thiaw (Laboratoire d’Archéologie, IFAN-UCAD), Margaret Leshikar-Denton (Ilhas Cayman, ICUCH/ICOMOS), Catalina García Chaves & Carlos del Cairo Hurtado (Fundación Terra Firme – Colômbia) e outros.


Encerrando as atividades foi assinado um Convênio entre a UFBA e Prefeitura Municipal de Itaparica, tendo a presença de: David Nutley (Secretário do ICUCH / ICOMOS), Walfrido (Vice-prefeito do Município de Itaparica), Cláudio Neves (Prefeito do Município de Itaparica), Naomar Almeida Filho (Reitor da UFBA), Gilson Rambelli (CEANS/UNICAMP) e Sérgio Carneiro (Deputado Federal). Estes três últimos em destaque na foto.

Fotos de André Lima

Mergulho em l’Escala (Girona, Espanha)

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Como já estou a mais de um mês aqui em Barcelona, a vontade de mergulhar chegou à tal ponto que eu fui procurar uma loja, centro de mergulho ou algo parecido…

Encontrei uma loja legal. Na verdade além de loja é também um clube. Funciona como uma rede de lojas/clube por 4 cidades da Espanha.

Javier é o dono da loja. Catalão de mãe alemã. Bom de papo e gosta de conversar. Interessado em saber qual a minha experiência. Eu estava mais interessado em saber como não passar frio.

No sábado estive novamente na loja e marcamos de sair às 7:30 de domingo, deveria chegar as 7:00 para ajudar a arrumar o carro, afinal estava indo de carona até Terra Brava, o que normalmente custa 10€.

Acordo às 5:50, tomo café, lavo a louça, coloco roupas e 3 casacos por cima. Estavam 3ºC. Sigo andando, 20 minutos, chego lá às 7:00. O tempo passa, 7:15, 7:30, 7:45, lembro que o horário de verão acabou, na verdade ainda são 6:45. O frio pegou já tem um bom tempo… 7:00 (no horário corrigido), eu penso em desistir. Imagine entrar na água num “calor” destes. 7:15 Javier chega.

Enquanto descongelo vou arrumando os equipamentos e conheço um casal que também irá seguir viagem, mas em seu próprio veículo. Saímos, abastecemos, encontramos mais um carro com outro casal e seguimos pela AP-07 a 140 km/h. Conversamos sobre corais, aquecimento global, pesquisa científica, doutorado, custo de vida, economia de diversos países, exploração de mão de obra e enquanto eu seguia com o descongelamento fiquei sabendo que a cola para neoprene está proibida na Europa por ser cancerígena, logo todos os neoprenes da Europa são feitos na China, segundo Javier isso se chama “hipocrisia capitalista”. Ele comentou que já está 7,5ºC fora do carro. Ainda bem que esquentou…


Ver o mapa em uma janela maior

Chego em l’Escala não completamente descongelado, mas já percebo algumas pessoas vestindo seus trajes secos ou semi-secos. Lembro que vou usar uma roupa úmida de 7mm. Por ser jardineira com Short John (acho que é isso) no tronco vou ter 14mm! A água está 12ºC. É interessante ver as pessoas vestirem casacos de algodão e outras roupas de frio pra mergulhar… Essa é a realidade de quem usa roupa seca. O agente 007 usava um terno.

Diferente de muitos lugares no Brasil, aqui se monta todo o equipamento em terra, veste-se a roupa de mergulho e espera o barco chegar. Todos entram no barco, guardam seus equipamentos nas cilindreiras e ficam com a nadadeira e a máscara na mão. Meio esquisito. Com uma lancha power-mega-ultra-rápida chegamos ao ponto de mergulho em menos de 10 minutos. A água realmente está 12ºC.

Tinha que preencher uma lista com nome, qualificações e quantos mergulhos já fez. Coloquei: “Leonardo Fialho, Oper Water, 6 mergulhos”. Não teve jeito, foi Javier quem fez a distribuição das duplas. Mergulhei com um cara que não sabia nada além de respirar. Vejo Javier com duas carretilhas de exploração (afinal o ponto era uma caverna no mediterrâneo), lanternas, strobo, prancheta, dupla (equivalente a dois S80) com 300 bar em cada e tudo o mais que voce pode imaginar que um mergulhador com acesso aos melhores equipamentos pode ter.

Espero todo mundo entrar na água pra desistir… acabo entrando junto, afinal agora é que vai melhorar… 5, 10, 15, 20, 24 metros. Visibilidade? Acho que chegava a 2 metros… não, um pouco menos. Meu dupla? Deixa isso pra depois… Peixes eu vi 3. Contei, só tinham 3 mesmo. Coral não há. Vegetação inexistente também. Diferente da Bahia onde fora d’água nem tudo são flores mas o mundo subaquático é lindo, aqui é exatamente ao contrário.

Eu estava com 15 litros à 250 bar. Era ar demais… porém era frio demais. Tento esconder do meu dupla o cabo guia que o Javier usou para entrar na caverna, mas depois de 3 tentativas o miserável achou… Até convencer a ele de que não era seguro seguir aquele cabo (sem lanterna nem treinamento), já tinha ido uns 15 metros caverna adentro… como ele estava literalmente puxando o cabo guia, virei as costas e fui embora. Pouco depois ele desiste e volta pra “luz” que pode existir à 24 metros de profundidade com 2 de visibilidade. O cabo descansa no fundo de areia.

Depois de 51 minutos de mergulho, 1 de deco à meia água e 3 à 5 metros (estava com um Suunto Vyper emprestado), chego à superfície. Incrível, outono na Europa é um desafio pra qualquer meteorologista. Estava 22ºC, um calor retado! Mas a água insistia em continuar à 12ºC.

Explico ao meu “buddy” (que saudades da “Duplinha”) que aquele cabo era do Javier pra… blá blá blá… Tiro umas fotos e em menos de 5 minutos já estão todos de volta ao barco. Voltamos ao porto, tiramos os equipamentos, alguns mergulhadores vão embora, outros chegam, trocamos as “botellas” (cilindros) e voltamos ao barco. Vamos ao segundo mergulho. Tudo igual: sem peixes, sem corais, sem plantas, 12ºC, 24 metros, 2 metros de visibilidade. Desta vez era um “cabeço” rochoso que emergia da água quase um metro.

A frase de Marquinhos que “o pior dia de mergulho é melhor do que o melhor dia de trabalho” não é tão verdade aqui na Europa. A experiência de mergulhar em águas frias é boa, gostei do traje, mas preciso de uma semi-seca, embora a idéia da seca ainda não tenha saído da minha cabeça… assim como a esperança de ao sair de um mergulho seguir pra Pedra Furada, comer uma moqueca de camarão com polvo preparada pelo Marujo e ficar dando risada do “espírito ruim” do Vanderlei…

Outras fotos deste mergulho aqui.
Operadora MateuaDIVE

Leonardo Fialho, correspondente internacional do NectonSub na Espanha

Clube de Mergulho

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Um tempo atrás, estavam discutindo na lista e aqui sobre clube de mergulho. Aqui na Espanha existe algo que parece estar funcionando bem… Depois do mergulho de ontem (domingo, que em breve colocarei fotos e um relato) fui convidado para uma reunião que acontece toda quarta-feira. O clube funciona assim:

MODO COMPLETO: 100€/ano
Recarga de cilindros até 300 bar;
Dois cilindros próprios no máximo por sócio;
Recarga de NITROX a preço reduzido;
Seguro internacional ou licença federativa;
Local social com bebidas, televisão e revistas;
Organização de saídas todas as semanas;
Organização de viagens;
Aluguel de material a preço reduzido;
Descontos em empresas e centros colaboradores;
10% de desconto nos cursos (após o primeiro);
20% de desconto na compra de equipamentos na MASBUCEO;
1 batismo grátis a familiares.

MODO REDUZIDO: 60€/ano
Recarga de cilindros até 300 bar ou aluguel de cilindros a preço reduzido;
Seguro internacional ou licença federativa;
Local social com bebidas, televisão e revistas;
Organização de saídas todas as semanas;
Organização de viagens;
Descontos em empresas e centros colaboradores;
15% de desconto na compra de equipamentos na MASBUCEO.

(*) Traduzido de http://www.buceo-mania.com/el_club.php

Mais informações em:

http://www.buceo-mania.com/

http://www.masbuceo.com/

Leonardo Fialho, correspondente internacional do NectonSub na Espanha

Aplatophis chauliodus

domingo, 28 de outubro de 2007

Bom dia pessoal!

Estou enviando algumas fotos do Aplatophis chauliodus coletado por um pescador no interior da Baía de Todos os Santos. Ele “guardou” o peixe vivo por alguns dias e me deu de presente!

Não sei, mas essas fotos parecem ser os primeiros registros dessa espécie viva!

Assim como muitas espécies de Ophichthidae, A. chauliodus também fica enterrada, somente com a cabeça, olhos e boca (dentes) visíveis. Como tive medo de perder o bicho não deixei ele se enterrar todo!

Abração!
Buia

Nota: As fotos foram editadas por André Lima na tentativa de corrigir as cores e adequar o tamanho ao espaço desse blog.

Acabei esquecendo de comentar que esse é o primeiro registro confirmado em águas brasileiras dessa rara espécie de mutuca (ou mututuca, como queiram). Era conhecida do Golfo do México até a Venezuela, entre 33 e 91 m dde profundidade, todavia o exemplar baiano foi pescado em águas mais rasas!

Abraços! Buia

Carlos e Gabi escreveram:

sábado, 27 de outubro de 2007

October 27, 2007

Oi gente,
Daqui de um cantinho de Cacha-Pregos mandamos um abraço a todos que , de alguma forma , tentam mudar este quadro negro em relação à ”pesca” com bomba. Estamos batalhando há 4 anos aqui para limpar este paraíso deste absurdo…temos a sorte de ter como vizinho o maior bombista da Bahia e sua mulher….Fifiu e Dina….que já foram presos e soltos um mês depois (depois de ‘alguém’ pagar uma fiança de 10mil reais…) e que continuam até hoje traficando bombas entre Encarnaçãode Salinas e a Ilha de Itaparica…. Muita coisa por explicar….muita gente se esquivando….tem alguma coisa muito errada por trás disto tudo. Acredito que em breve vamos poder saber mais sobre o podre desta questão….iremos todos ficar mais aliviados…e a Natureza agradece nosso site fala bastante desta questão…..

clique aqui

Cristina Becquet, dublê de cinema, fazendo arte no Necton Sub

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Extraordinary Purification

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

E o povo do mergulho continua dando trabalho ao Dr. Jomar Souza…

terça-feira, 23 de outubro de 2007

A instrutora Tânia Correa foi a primeira sofrer um acidente no tornozelo, quando descia a rampa do Terminal Turístico. Depois Eurípedes na escada de acesso à praia do Farol da Barra. E ontem foi a vez de Marquinhos, como Eurípedes, “magoando” o joelho.

A sorte deles foi que Jomar, além de mergulhador, é um competentíssimo médico desportivo e um grande amigo.

Desafio

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Quem é esse mergulhador?
Qual é a marca e modelo do regulador?