Arquivo de fevereiro de 2008

Síndrome de Tourette no mergulho, por Marcelo Rosário

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

(*)El síndrome de Tourette (ST) es un trastorno neurológico heredado que cursa con movimientos y sonidos vocales (fónicos) involuntarios y repetidos que se llaman tics. En algunos casos, tales tics incluyen palabras y frases inapropiadas.

El trastorno lleva el nombre del médico Georges Gilles de la Tourette, el neurólogo pionero francés quien en 1885 publicó un resumen de nueve casos de personas con tics. Otro médico francés, Jean Marc Gaspard Itard, describió en 1825, por primera vez, a una mujer noble francesa de 86 años de edad con la enfermedad (Marquise de Dampierre).

Seja responsável pelo lixo que você produz. Ao final do show, xôôô lixo da praia!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O Centro de Pesquisa e Conservação dos Ecossistemas Aquáticos- BIOTA Aquática é uma ONG composta por Biólogos, Veterinários e estudantes de Biologia que promove estudos e ações voltados a conservação marinha e a melhoria da qualidade de vida de todos, sem exceção.

A Biota Aquática, atenta aos problemas gerados pelo lixo deixado nas praias, inicia mais um projeto de conscientização dos freqüentadores das praias da Barra, alertando todos sobre a necessidade de manter limpa e saudável uma das principais área de lazer dos baianos.

Durante os intervalos entre os shows solicitamos a colaboração de todos para ficarem atentos ao seu lixo, não o esquecendo na praia. Ao final dos shows serão distribuídos sacos e luvas para aqueles que desejem colaborar com nossa campanha, que é sua também!

Um pouco mais de informações sobre o lixo

O termo poluição deriva do latim “polluere”, que significa sujar, sendo a poluição marinha definida pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar como “a introdução, pelo homem, de substâncias no mar, sempre que a mesma provoque ou possa vir a provocar efeitos nocivos, tais como danos à vida marinha, riscos a saúde do homem, entrave às atividades marítimas, incluindo a pesca e as outras utilizações legítimas do mar, alteração da qualidade da água do mar, no que se refere a sua utilização, e deterioração dos locais de recreio”.

A poluição dos oceanos é um sério problema que cresce em todo o mundo. Estudos indicam que a utilização das praias é determinante na contaminação e sua utilização para fins de recreação pode ser uma significativa fonte de poluição das praias.

A balneabilidade das praias é determinada, principalmente, pelas condições microbiológicas das águas, mas é crescente a preocupação com sua contaminação pelo lixo e dejetos de animais, que colocam em risco a saúde da população e dos animais que habitam este ambiente.

As águas das praias contaminadas pelo lixo podem representar um risco à saúde dos freqüentadores e a toda vida marinha. Crianças e idosos, ou pessoas com baixa resistência, são as mais suscetíveis a esta exposição. Peixes, tartarugas, aves e golfinhos morrem ao ingerirem acidentalmente o lixo.

O lixo produzido pelo homem é encontrado nos mares de todo mundo, sendo a maioria composta por plástico, que é praticamente indestrutível. No Porto da Barra, por exemplo, 75% do lixo deixado na praia é composto por embalagens plásticas, garrafas, canudos e copos. O maior problema desta poluição é que seus principais elementos são constituídos por plástico e metais que não são biodegradáveis.

Por todos esses motivos, contamos com sua colaboração!

Maroulada

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O Diretório Acadêmico do Curso de Oceanografia da Universidade Federal da Bahia organizou a Maroulada, que foi uma série de atividades para os novos estudantes. Para se ter uma idéia da Maroulada, na tarde de segunda-feira foram realizadas algumas palestras de interesse dos amantes do mar.


Um dos organizadores da Maroulada, Marcelo “Rastafraude”, divemaster da Escola de Mergulho Projeto Galeão, fotografando os palestrantes. Sentados na primeira fila, da esquerda para direita: Francisco Pedro, Zelinda Leão e Cláudio Sampaio “Buia”. Em pé, ajustando o computador, Aleixo Belov.

Professora Zelinda Leão

Com a sua regular simpatia, a competente Ph.D. em Geologia Marinha pela Rosenstiel School of Marine and Atmospheric Sciences da Universidade de Miami, Zelinda Leão, usou uma apresentação (de slides) que ela comprou na época do primeiro Ano Internacional dos Recifes de Coral (1997). Essa apresentação compara as cidades com os recifes de coral. Alguns pontos interessantes citados nessa didática palestra:

- O recife de coral é a maior estrutura construída por um ser vivo.
- A vida do coral está na superfície deste.
- O recife do coral tem importância para: turismo, proteção física, pesca, medicina, farmácia…
- São ameaças das ações antrópicas (ações do homem): derrame de óleo, lixo, sobrepesca, práticas destrutivas de pesca, desmatamento, extração de organismos recifais…

Cláudio Sampaio “Buia”

Buia, biólogo com Doutorado em Zoologia, Ictiologia (Ictio, do grego peixes), apresentou um trabalho inusitado no Brasil sobre o lixo submerso encontrado (e coletado) nas praias do Farol da Barra, Porto da Barra e do Iate Clube da Bahia. E, sem muita surpresa, o plástico foi o material mais encontrado.

Na oportunidade convocou a galera para participar do “Ao final do show. Xôôô lixo da praia” , uma movimentação de limpeza da Praia do Porto da Barra, após cada show do Projeto Música no Porto. Veja mais em

http://www.nectonsub.com.br/item/557/

e

http://www.nectonsub.com.br/item/561/

Aleixo Belov

Nascido na União Soviética o engenheiro civil, empresário, velejador, mergulhador profissional e escritor Aleixo Belov tem muitas histórias para contar. E assim fez de forma espontânea, tirando muitas risadas do público universitário.

Belov contou desde sua primeira imersão na água com uma máscara de mergulho que lhe foi dada até seu projeto, ainda em construção, de um veleiro-escola. Durante sua explanação aproveitou para dar mensagens, bem no estilo Paulo Coelho, como “acredite em seus sonhos que o mundo conspira a favor”.

E finalizou muito aplaudido, distribuindo livros de suas viagens.

Pirataria no Mar da Bahia. Capítulo 1 – O Fio da Meada. Por Mário Mukeka

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Logo no início daquela conversa séria na beira do cais, o mergulhador curioso, que nada tinha de besta e ainda gozava da confiança daquele interlocutor, fez a sua primeira e mais importante pergunta: “Por que haveria de haver tanta pirataria no Mar da Bahia?”.

E nada mais poderia interromper aquela explicação.

- O Fio da Meada

Nos primeiros anos do descobrimento das Américas já aconteciam abordagens de piratas e corsários em todo o litoral brasileiro, a exemplo dos corsários franceses para contrabando do pau-brasil. Mas, nada se compara ao que viria a acontecer no século XVII, uma estória cheia de conchavos e conspirações.

Em 1580 armou-se uma esquadra, já sob jugo da Dinastia Filipina, composta por 80 embarcações que levariam para a Europa a pilhagem das 3 Américas, principalmente ouro, muito ouro. Os holandeses (na verdade neerlandeses, o que viria a ser os Países Baixos do Sul), com um número inferior de embarcações, atacou toda essa rica frota no meio do Atlântico, e os barcos que não desceram para o fundo do oceano foram tomados. Nenhum chegou ao seu destino. Foi tanto ouro que, com essa capacidade financeira, entre 1580 e 1620, foram fabricadas 230 belonaves de guerra. Diferentes dos grandes galeões, eram barcos ágeis, com pouco calado, permitindo assim acesso às praias rasas e rios das baías.

Dessas duzentas e trinta máquinas de guerra, por volta de quarenta foram entregues ao Conde João Maurício de Nassau-Siegen. Oficialmente (por estarem vinculadas à Companhia das Índias Ocidentais) essa frota dominou o Atlântico Sul no século XXVII e, a partir de 1620, a Baía de Todos os Santos, o arquipélago de Tinharé e a Baía de Camamú se transformaram no maior covil de piratas da América do Sul. A princípio os mercenários, conhecidos como “mendigos do mar”, estavam sob o comando de Maurício de Nassau, mas em seguida os “free-lancers” foram formando famílias e novos líderes apareceram.


Bandeira da Companhia das Índias Ocidentais.

Quando os carregamentos de ouro diminuíram, os piratas (ex-mercenários) se voltaram para o roubo da carga de açúcar e a pilhagem dos engenhos, com técnicas de guerra e muita crueldade. Aprenderam o caminho do Paraguassú e, em uma unica noite entravam e saiam do rio, deixando um rastro de destruição sem precedentes. Vale salientar que após a partida do Comandante Nassau os piratas passaram a atuar por conta e risco próprios.


Conde João Mauricio de Nassau-Siegen.

Produzindo mais açúcar do que o Caribe, a Bahia se transformou em um covil impressionante de piratas. A tropa neerlandesa era conhecida pela sua crueldade, mas seus descendentes mestiços com as nativas conseguiram superar seus antepassados em requintes de crueldade.


Ilustração de um ataque holandês em terra.

Quando a coroa da Espanha, na verdade uma corriola entre Espanha e Portugal, se viu cercada por tamanha frota inimiga, a Rainha da Espanha, que era a toda poderosa do momento na Península Ibérica, deu a seguinte ordem: Quando dois barcos neerlandeses estivessem atacando um da União Ibérica, nessa hora, o capitão espanhol ou português deveria tocar fogo no depósito de pólvora da embarcação, mandando os três barcos pelos ares.

Por aqui só se sabe de um que atendeu a Rainha, o Comandante Pedro Carneiro, do galeão português Nossa Senhora do Rosário, numa atitude suicida tocou fogo no paiol (depósito de pólvora e munições) acabando de uma vez por todas com a carreira do mais temido barco da frota holandesa, o Utrecht. E também tirou de circulação uma nau de nome duvidoso (Huys Van Nassau) pilotada pelo capitão Gysseling, que saindo à deriva foi encalhar na Ilha de Itaparica, acima do atual vilarejo denominado de “Barra Grande”.

Os comandantes Jacob Pauwelszn Cort e Gysseling tinham treinamentos militares e seus ataques eram temidos em todo o Atlântico Sul. A fama do Utrecht era que seus prisioneiros morriam bem devagar, quando não eram negociados com os Tupinambás para virarem churrasco. Esse fato, e não a ordem da rainha, na sua conta kamikasi que cada barco esplodido tiravam dois holandeses de circulação, determinou a ação suicida do capitão da nave N.Sra. do Rosário.

Foram os descendentes dessa gente que povoaram o conjunto da Baía de Todos os Santos, o arquipélago de Tinharé e a Baía de Camamú. De todas essas localidades o filé era o Rio Paraguassú.


Baía de Todos os Santos, século XVII.

Os holandeses usavam, no costado do barco, uma série de solas de couro superpostas. Isso amortecia as balas das poucas baterias de resistência do Paraguassú. As balas amortecidas pelas peles caiam n’água sem provocarem qualquer dano aos barcos holandeses. E como essas baterias ficavam logo na entrada do rio, após passarem por elas, a subida do rio era uma bagaceira. Para garantir a volta sem resistência saiam matando qualquer um que aparecesse no caminho e queimando todos os barcos que resistissem nas margens. Tudo isso era possível por orientações de espiões que informavam quando o açúcar estava pronto para ser embarcado.

Nem sempre dava certo e muitas embarcações holandesas descansam no fundo do rio, em bancos de areia, cabeços de pedras e margem de iguapes traiçoeiras, que deram fim à carreira de famosos piratas. Quando o desastre se consumava era um “deus-nos-acuda” para vencer a lama e chegar à margem. Tinham que se livrar das armaduras e se proteger das emboscadas. Uma coisa era lutar com um barco cuspindo balas de canhão e bons atiradores, outra era estar na condição de náufragos em uma margem desconhecida. Quando encontravam algum barco ainda podiam tentar uma fuga, mas se amanhecessem na margem era muito difícil se manter vivo. De qualquer maneira perdiam tudo que já tinham pilhado, visto que os piratas guardavam tudo dentro dos barcos. Alguns podem até ter enterrado seus “bens” em várias localidades da Baía de Todos os Santos, sabendo do risco que era subir o rio.

É impressionante o conteúdo das cargas descobertas nos barcos dos piratas. Como eles saqueavam vários carregamentos e engenhos milionários, a carga era composta por um sortimento de louças de todas as parte do mundo, as mais finas e delicadas peças da China e da Índia, espadas de execução usadas pelos guerreiros orientais, ornamentadas por deidades da literatura védica e moedas, muitas moedas de ouro e prata. A lama e a escuridão do Rio Paraguassú guardam esses tesouros incalculáveis. A quase que total falta de visilibidade das suas águas protege, até hoje, esses os sítios arqueológicos. Porém as bombas para matar peixes vêem há anos estraçalhando as peças de porcelana das mais diversas procedências. Cacos são achados nas redes e gererês, puxados pelos pescadores das localidades mais importantes da região, com maior freqüência ao largo dos engenhos de açúcar.

Antenarius striatus

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008


Foto por Cláudio Sampaio “Buia”

Faltam poucos dias pra matança de focas começar!!!, repassado por Artur Barrio

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Em poucos dias a matança de focas recomeçará. Nesse momento o mundo inteiro está se unindo e protestando contra o governo canadense, em diversas formas. Uma delas é pressionando através de um enorme abaixo-assinado.

Pedido feito pelo (Sir James) Paul McCartney, a todos os protetores de animais do mundo: Se você quiser ajudar a acabar com a cruel chacina de filhotes, então participe e divulgue o máximo possível.

(Apenas nome, e-mail e país requerido, não custa nada e demora cerca de 10 segundos pra assinar), clique na imagem abaixo:

Homenagem aos saveiros

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Neste domingo, 24 de fevereiro de 2008, ocorreu a tradicional Regata João das Botas na Baía de Todos os Santos. Mais de setenta embarcações estavam na disputa. Mas foram os velhos saveiros as grandes estrelas do certame.

Vale lembrar que entre 22 de fevereiro e 3 de março de 2008 ocorrerão diversas atividades relacionadas à Semana do Saveiro.

Alguns fotógrafos e amigos estavam na embarcação Necton Sub quase envergonhada por navegar próximo aos velhos saveiros da Baía de Todos os Santos. As fotos abaixo são de André Lima e Ludmila Senna.


Saveiro de vela de pena.


Saudades, saveiro rabo de peixe (ou chamado de duas proas) foi o vencedor dessa edição. Levou o Troféu Lev Smarcevscki.


Disputa entre Ideal e Vendaval II. Ideal levou vantagem porque havia apenas um comandante.


O Ideal passou o Vendaval II fazendo graça. A vingança apareceu na fotografia. Nem tudo é o que parece.


Feliz Ano Novo I


A disputa mais acirrada ocorre com os saveiros de vela de pena. São muitos barcos de diversos locais da BTS.


Saveiro Ciclone do mergulhador Abelhinha (de Itaparica).


Mais uma foto do saveiro vencedor: Saudades. Uma Homenagem a todos os mestres. Nota-se bem que a popa tem o mesmo formato da proa.


Detalhe do Sombra da Lua, ganhador da edição anterior da regata. É um saveiro de vela de içar de Roberto “Malaca”, idealizador do Projeto Viva Saveiro.

Dortas complementa:
Malaca, cujo nome é Carlos Roberto Goodgrove Bezerra é engenheiro civil pela Politécnica e irmão de Sérgio Bezerra do Habeas Corpus.

Já foi mergulhador meu e trabalhou no enterramento de 1300m de uma tubulação nos baixios da Ponta da Sapoca, Tubarão, Paripe e também em uma derrocagem na saída do dique de construção da plataforma PUB3, pela Mendes Júnior, na baía de Aratú, onde trabalhava com air lift e dinamite.

Grande figura e tem um especial jeito de viver, quando embarcava na época da Mendes Junior nas tardes de sextas nos barcos alugados da Ilha de Maré e so voltava na segunda, direto para a obra e com a roupa do corpo.

Expedição para Galápagos e Ilha de Páscoa para Fevereiro/2009

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Caros amigos, estamos organizando uma expedição para Galápagos e Ilha de Páscoa para Fevereiro/2009. Serão 10 dias de mergulhos nos pontos mais incríveis do planeta.

Serão apenas 12 vagas devido a autorização para mergulhos em Galápagos, os interessados favor enviar email para o fornecimento dos detalhes da expedição.

Grande Abraço,
Igor Carneiro
Shark Dive
(75)8147-2644 \ 3221-9969
email: sharkdive@sharkdiveoperadora.com.br

“Movimentação de limpeza da praia do Porto da Barra”, por Buia

domingo, 24 de fevereiro de 2008

O início

Esse ano parece que a organização do projeto “Som no Porto” esqueceu do problema do lixo produzido pelo seu público, na sexta (08 de fevereiro de 2008) fiquei surpreso com a quantidade de lixo deixada na praia do Porto. Boa parte desse lixo é carregado pelo maré alta, espalhando a sujeira nas águas do nosso Caribe Brasileiro, um absurdo! Fiquei de saco cheio…

Conversando com alguns amigos, surgiu a idéia de, depois do show, sair com sacos plásticos coletando todo o lixo, deixando ele próximo da escada de acesso à praia, para que todos vejam a sua própria sujeira…

As atividades do dia 22 de fevereiro de 2008

Ontem contamos com a estréia de duas voluntárias levadas pela Bia Casali, duas pelo Pedro Coruja e um velho amigo, o Angelo “das cobras”, foi comigo. Creio que retiramos mais lixo (em quantidade e em peso) que na semana passada. Estimei em 55 kg o recolhido.

Encontrei alguns colegas, comentei do “movimento”, eles adoraram mas, infelizmente, não puderam ajudar naquele momento, enquanto uma pequena parte do público ficou curiosa e se mostrou interessada e até mesmo ajudou!

Angelo limpou uma área distante do palco, mostrando que a “movimentação” deve ser ampliada para toda extensão da praia e que não devemos concentrar nossos esforços apenas na área dos shows.

Novamente os locutores do evento falaram da nossa ação, contudo continuam agradecendo no final dos show a “Limpurb” pela colaboração!

A Bia conversou com uma das produtoras sobre nossa “movimentação” e anotou seu e-mail. A nossa idéia e escrever, mais uma vez, falando do Projeto “Depois do Show, Xô lixo”, dos nossos objetivos e deixar claro alguns pontos, especialmente da necessidade de mais atenção com o lixo (a produtora disse que haviam mais lixeiras, mas que essas foram roubadas…) e que nosso trabalho não tem qualquer ligação com a Limpurb.

Repito, a Limpurb faz um bom trabalho, contudo entre o final do último show e a manhã do dia seguinte, quando é realizada a limpeza da praia, as marés já levaram boa parte do lixo deixado nas areias, dando mais trabalho para nós, que retiramos o lixo embaixo do tapete mergulhando… Além de dar mais trabalho, pode provocar acidentes (latas enferrujadas podem cortar o pé de algum banhista), inclusive fatais! Peixes, tartarugas, aves e golfinhos morrem asfixiados depois de ingerirem, por engano, algum lixo…

A Bia está buscando apoio para placas informativas para serem afixadas na areia, serão fotos do lixo e algumas poucas informações básicas. Essas placas podem servir para diversos eventos futuros, em outros shows em áreas públicas, como no Parque da Cidade…

Ontem a Bia, novamente, colocou em teste sua mais nova idéia, a de amarrar com barbante alguns sacos de lixo em árvores e postes e assim como no Parque da Cidade o resultado foi positivo!!

Pedro “Coruja” além de ajudar na limpeza e na articulação, registrou em fotos o evento, inclusive ações ilegais de duas embarcações a menos de 10 m da linha da maré ou vendedores ambulantes, sem o menor bom senso, utilizando as raras lixeiras do Porto da Barra como suporte para seu isopor ou como algo semelhante a uma mesa…

Resumindo: Entre mortos e feridos, foi, novamente, um sucesso nossa “movimentação”! Muito obrigado a todos.

Mergulhadores se encontraram em festa

domingo, 24 de fevereiro de 2008

A “mando” de José Dortas foi tirada uma chapa dos mergulhadores que encontraram no aniversário da, também mergulhadora, Ludmila Senna.


Da esquerda para direita, na fileira de cima: Pedro “Coruja”, Igor Cruz, Pedrinho, Zilan Costa e Silva, Rogério Abude, Ricardo Villegas “Chango”, Eurípedes Vieira “Pepeu”, Cláudio Sampaio “Buia”. Da esquerda para direita, sentados ou quase isso: Marcos de Paula “Conspirador”, Mário “Mukeka” Andión, José Dortas e Tânia Correa.

Manda quem pode, obedece quem tem juízo!