Arquivo de junho de 2008

Relato de um mergulho no Blackadder

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Já havíamos desistido de mergulhar devido ao vento e chuva que castigam Salvador desde a última quinta-feira. Então, fui acordado hoje por um telefonema de Léia dizendo que o vento havia diminuindo e que a chuva havia parado, o que já tinha observado desde ontem à noite.


Jomar em terra firme, com asa e pronto para mergulhar. A frase faz algum sentido?

Resolvemos ir para o Blackadder onde encontramos Laura. Apesar da zona de arrebentação na Boa Viagem estar agitada, conseguimos passar por entre as ondas e fizemos um ótimo mergulho que durou 75 minutos. Visibilidade padrão para o Blackadder: 5 a 7 metros. Muitos peixes com algumas espécies em grandes cardumes e o avistamento de cavalos marinhos.


Desde 1996, os cavalos marinhos estão na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza).

Foi realmente uma agradável surpresa e ainda aproveitei para testar minha nova configuração de asa + backplate. Agradeço ao André Lima e Bruno Fagundes pelas dicas na configuração do conjunto asa+backplate+adaptador de cilindro; ao Gustavo Paixão pelas pedras de lastro que se adaptaram muito bem ao conjunto; a Laurinha pela companhia; e a Léia por não ter deixado passar a oportunidade (rs)!!!

Abraços a todos e vamos ficar de olho no tempo. Quarta é feriado!!!

Jomar.

Fotos: Léia

12° Encontro de Instrutores NAUI

sábado, 28 de junho de 2008

Caro Membro NAUI

Venha participar do 12° Encontro Anual de Instrutores NAUI, nos dias 30 de julho a 3 de agosto. Os dias 2 e 3 de agosto serão dedicados às partes principais do evento: as atividades em plenária, mesa redonda e update.

A sua presença é motivo do nosso encontro!!!

- Clínicas de equipamentos, ministradas pelos representantes das marcas;
- Palestras com apresentação de produtos e prestadores de serviço do mercado de mergulho;
- Workshops de cursos NAUI (mergulho técnico, especialidades, habilitação e qualificação de novos procedimentos);
- Atualização de standards e educação continuada;
- Palestras técnicas, científicas e de gestão de negócios;
- Lançamento de novos guias de instrutor;
- Mesa redonda;
- Update com a presença do representante da NAUI Worldwide, Mr. Randy Shaw.

Aproveite as vantagens de se inscrever antecipadamente:

Obs: Os valores para o encontro, hospedagem e dos cursos para inscrição até 30 de Junho serão válidos até 04 de Julho.

Inscrição Evento Principal:

A inscrição inclui: um kit evento, crachá de acesso às palestras e clínicas, coffee-breaks (sábado e domingo) e coquetel de confraternização.

A inscrição para hóspedes é válida para o mínimo duas diárias (sexta e sábado).

A diária inclui: TV a cabo 20″ com controle remoto, telefone, ar condicionado, frigobar, som ambiente, janelas anti-ruídos, café da manhã, estacionamento e Internet wireless gratuita. Não é cobrada taxa de serviço. Bussiness Center com computadores com acesso à Internet sem custo adicional.

Horário de check-in e check-out: 12 horas.

Temas

Fabricação e Normatização de Câmaras Hiperbáricas (Walmir Fogliene);
Resultados da Pesquisa Mercado Brasileiro de Mergulho (Alcides Falanghe – Revista Mergulho);
Mergulho Livre e Apnéia (Karol Meyer);
Pelos Mares do Mundo (Lawrence Wabba – Mormaii);
Software NAUI GAP Diveplanner (Daniel Millikovski);
Conquistas e Rumos do Programa NAUI de Mergulho Adaptado (Sylvana Farhat Paiva, Walter Marchini Filho e Maria Lúcia Hares Fongaro);
História do Mergulho no Brasil (Arduíno Colasanti);
Educação Continuada e Produtos NAUI na Geração de Demanda e Incremento de Negócios nos Dive Centers (Alvanir Silveira de Oliveira “Jornada”);
Panorama dos Destinos de Mergulho: Aspectos Turísticos e Administrativos (Sandro Cesar – Arribatur);
Destinos Exóticos de Turismo (Amilton Diniz – Adventure Travel).

Palestras e Clínicas de Forncedores de Equipamentos

Acontecerão no dia 1 de agosto.
Acesso gratuito aos inscritos no Evento.

Deep Diving – Palestra Reguladores de Alta Performance

Fun Dive – Clínica de Equipamentos: Reguladores e Power inflators

Fun Dive – Teste Dive de Máscara Full Face

Seasub – Lançamento de Produtos

Ata da Fundação da Escola de Samba Marinheiro da Lua

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Samba, rock, salsa, merengue e tcha-tcha-tchá sempre fizeram parte do universo musical de Mário Mukeka (O Irrecuperável). Mesmo na época da Gang-Bang, seu som já era African-Pop. Tanto que, durante seu retiro espiritual na Ilha de Itaparica, ele também se dedicou ao estudo da percussão.

Mukeka, amigo de Fia Luna, tocava nos gigantescos tambores que Juvená mandara construir e que atualmente se encontram no Museu do Ritmo (Carlinhos Brown). Eram noitadas intermináveis, na Cabana do Juvená, que “mandava descer todas” (as bebidas) para incentivar o toque do tambor. Fia Luna subia em um tamborete para tocar no maior, pois conhecia todos os ritmos e não escondia como soltar os dedos em cima do couro. Com ele, Mukeka aprendeu que o tambor é um instrumento harmônico, além de percussivo, e pode ser dedilhado como se faz em um piano.

Nessa época, morava em Itapuã e andava nos ensaios do Malê de Balê, o primeiro bloco a sacar a batida dobrada do reggae. Mukeka relata: “Me debrucei muitas noites na banda, observando as suas evoluções e seus compassos variáveis. E hoje, muitas músicas nascem primeiro no tambor e só depois vem a harmonia do violão.”

A busca de uma levada corporal, uma ginga, uma transcendência de a gravidade no ir e vir de cada compasso levou Mukeka a descobrir a banda Buena Vista, um toque mais elegante que Fia Luna não o ensinara. Bem diferente da frenética música do Haiti, corrente que seu mestre mais se debruçara. A partir daí Mukeka deixou de fazer canções. “Talvez minhas músicas sejam mantras”, avalia o compositor.

A partir de um convite para tocar todas as quintas no Porto da Barra (o berçário de muitos), Mário Mukeka fundou a Escola de Samba Marinheiro da Lua. E está usando esse espaço, The Dubliners – Irish Pub, para ensaio da banda. Quem sabe ensina, quem não sabe pode aprender.


Gerônimo Santana e Mário Mukeka na apresentação do dia 19 de junho de 2008.

Ainda não foi definido, nem talvez seja, o tamanho da banda. Pois, a intenção é aglutinar os maravilhosos percussionistas da Bahia e formar novos Fias Lunas. No contrabaixo, o menino de ouro dos Novos Baianos, Didi Gomes. Na guitarra, Kaito Marques, dublê de músico e mergulhador. Na voz e violão, o próprio Mukeka. E canjas de Toni Duarte da Banda Mont Serrat, que também empresta o grande percussionista Tião Oliveira, além do Capitão Gerônimo, cantando a música do Holandês. E já se tem a promessa de Jauperi, Ed Fran, Renato Pasquacio e Orlandinho.


O percussionista Orlandinho já tocou com grandes nomes da MPB.

No aconchegante ambiente, além do som, você poderá jogar sinuca ou mesmo ficar navegando em seu laptop. Um lugar para encontrar a galera que gosta de misturar música com o mar. E se quiser “tomar umas”, setenta tipos de cervejas do mundo constam no cardápio da casa.

Cidade da Bahia, primeiro quartel do século XXI.


Ed Fran. Até Caetano Veloso já pediu a benção a esse cara.


Mukeka e Didi Gomes.


Toni Duarte e Tião Oliveira são peças-chave da banda Mont’ Serrat.

Fotos por Ludmila Senna e André Lima

* * *

IMPORTANTE

Esta Ata também serve como convite aos mergulhadores interessados em assistir ou participar da Escola de Samba Marinheiros da Lua.

Os ensaios-shows da Escola de Samba Marinheiros da Lua começarão às 20:30h, todas as quintas.

O acesso ao The Dubliners – Irish Pub, durante os ensaios-shows custará apenas R$ 5,00.

Os preços das bebidas e comidas também preços diferenciados (a menor do que os praticados no cardápio).

Gaituba

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Uma objetiva descrição deste ponto, de acordo com os estudiosos Leo Dutra e Ruy Kikuchi: “O local é formado por pequenas estruturas recifais, medindo cerca de 5 m de diâmetro e 1 m de altura com cobertura predominante do coral Montastrea cavernosa. Colônias de Siderastrea stellata com forma cogumelar podem também ser vistas com freqüência, medindo até 80 cm de altura por 50 cm de diâmetro. Outras espécies comumente encontradas nesta área são Mussismilia hispida e Scolymia wellsi (2003).”


Montastrea cavernosa


Siderastrea stellata


Mussismilia hispida


Scolymia wellsi

Rodrigo Maia-Nogueira sempre presente com boas imagens.
Outras fotos de autores não identificados.

Tubarão morto “ataca” adolescente durante sono

terça-feira, 24 de junho de 2008

Um adolescente foi “atacado” por um tubarão, no próprio quarto, em Dudley, Inglaterra. Sam Hawthorne, 14 anos, caminhava durante uma crise de sonambulismo quando se chocou contra o animal empalhado na parede, segundo o diário online Metro.

Quando o jovem notou, estava com os dentes do tubarão cravados no rosto e com um ferimento. A mãe do adolescente acordou com os gritos dele.

“Foi como um filme de terror”, disse Susan. Quando ela foi defender o filho, percebeu que se tratava do animal empalhado.

“O tubarão ficou preso no rosto de Sam por cerca de 15 minutos e ele estava com muita dor”, afirmou a mãe. Apesar do susto, o jovem teve apenas um pequeno ferimento.

“Foi a experiência mais aterrorizante da minha vida”, contou o adolescente após sobreviver ao “ataque”.


Foto por Carlos Nogueira, Museu de Pesca de Santos.

Fonte: Portal Terra

Da água nasce a vida…

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Da água nasce a vida.
Sem água não podemos viver,
nenhuma classe de seres vivente,
sobre a terra,
e os que caminham embaixo da terra.
A água é o sangue que caminha
em nosso corpo.
Enfim:
A água é que forma o sangue,
as lágrimas, a saliva, o sêmen…..
A água é o nosso princípio.

Cirilo Perez Oxlaj
(Sacerdote Maia Quiché)

Texto extraído do site de Cristina Motta. A importância desse texto nas palavras dela:
“Quando eu vi o sacerdote, falar sobre a água….Eu percebi, que não sabia o significado dela (a água) em minha vida, lágrimas…Para descobrir isto tive que ir ao México…”

Espetáculo do Horror

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Nas Ilhas Feroe (ou Ilhas das Ovelhas), Região Autônoma da Dinamarca, ocorre anualmente uma festa, que marca o ritual de passagem dos rapazes à idade adulta.

Essa dita festa inclui o ato cruel de encurralar centenas de baleias na costa, para em seguida matá-las a golpes de facões. Até as crianças são dispensadas das escolas para ver o espetáculo.

“Os habitantes das Ilhas Feroe não têm necessidade da carne de baleia para a subsistência, e muito da carne é deixada para apodrecer e é jogada fora. Ela não pode ser exportada, pois está poluída com metais pesados e outras toxinas e, assim, não atende os padrões de saúde da União Européia para alimento para consumo por humanos”, relata o site da Sea Shepherd.

Essa notícia e fotos estão correndo pela internet.

Enter the 2008 Just Dive Photo Contest!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Billabong Eco Festival: Buia orienta galera na Bahia

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Localizada a pouco menos de uma hora da capital baiana, a praia do Forte atrai turistas de todo o mundo com sua simpática vila, com diversas lojinhas e bares bem aconchegantes e por suas variadas ações ambientais, que envolvem além de turistas, toda comunidade.

O Billabong Surf Eco Festival que traz alguns dos maiores atletas do surf mundial para competirem a 17ª etapa do WQS – World Qualifying Series – Masculino e a 6ª do Feminino, ambos de nível cinco estrelas, se preocupou também em interagir e conscientizar surfistas, comunidade e turistas sobre os problemas ambientais e a importância de pequenos gestos para poupar a natureza de estragos sem volta.

No último domingo (15/6), o biólogo Cláudio Sampaio “Buia”, que faz parte da LIBA – Liga Baiana para a Conservação dos Ambientes Recifais – palestrou sobre a importância de preservar os recifes de corais e como pequenas ações de hoje podem evitar um prejuízo incalculável para o planeta ao longo do tempo.

Respeitar as trilhas demarcadas pelos biólogos, não jogar lixo na praia e não usar nenhum tipo de creme no corpo ao entrar nesses recifes, são atitudes fundamentais para preservação da vida nestes locais.

Na palestra “Recife de Coral, as Cidades do Mar”, Buia apresentou também, a importância da preservação dos recifes para os surfistas, que contam com a bancada de recifes para que as ondas quebrem com perfeição.

“As bancadas, além de serem fundamentais para o meio ambiente e surfistas, são também aliadas da população já que podem ser considerada fonte de emprego e renda, com a pesca e turismo, e produzem remédios que podem auxiliar em diversas doenças como a AIDS. Hoje basicamente todos os componentes existentes nos coquetéis para o HIV, por exemplo, são encontrados nos recifes“, afirma Buia.

O biólogo junto com sua equipe e comunidade, demarcou a trilha localizada em frente da Tenda Ambiental montada para o evento, que deve ser respeitada por surfistas e todo o público presente no Billabong Surf Eco Festival, a fim de evitar acidentes ambientais e físicos.

O Billabong Surf Eco Festival é uma realização da Dendê Produções e Axé Mix. Apresentação: Nova Schin. Patrocínio: Billabong, Petrobras, Governo do Estado da Bahia, Iberostar Bahia e Shopping Iguatemi. Colaboração: Uranus2, Rede Out Light, AL2, Mídia Bus, e Prefeitura de Mata de São João. Apoio: Nixon, Von Zipper e Kustom.

Fonte: www.waves.terra.com.br
Distribuído por Karol Lopes em 17/06/2008 17:15

“Outdoor”, um barco de mergulho

terça-feira, 17 de junho de 2008

Mário Mukeka, uma das figuras ilustres da Bahia do Desbunde, revelou sua criatividade também na construção naval. Vale ressaltar, o vice-gênio (uma auto-denominação por ter trabalhado com o genial ou genioso Rogério Duarte), provavelmente é um dos precursores baianos na construção de catamarãs motorizados e de barco-outdoor. Este último conceito, de extrema vanguarda, ainda não foi assimilado pela indústria naval brasileira, quiçá internacional.


Da esquerda para direita: O artista plástico Guruzinho, Rogério Duarte e Mário Mukeka. Durante a construção da Cúpula Neodésica, uma invenção de Rogério Duarte financiada e usada por Gilberto Gil (isso dá muito pano pra manga, mas não cabe nesse blog de mergulho. Melhor entrar no site oficial de Glberto Gil).

O PRIMEIRO (E ÚLTIMO) ANÚNCIO

Certa feita, na Barraca de Juvená, Mário contou que estava com um problema: Havia pedido a um amigo de uma agência famosa de propaganda e publicidade (por sigilo empresarial não divulgaremos que foi a DS 2000) que arranjasse algum contrato para que o barco batizado de “Outdoor” pudesse entrar em operação. Mas, esse amigo publicitário avisou que era necessário apresentar, ao menos uma foto do barco, já com algum anúncio. Era preciso ter uma idéia do suporte da propaganda.

Imediatamente Juvenal providenciou a lona, num acerto de rolar alguma propaganda para a já famosa Barraca do Juvená. Em paralelo Bel Borba se prontificou a fazer a ilustração artística e o barco “Outdoor” poderia sair para teste e para a foto (abaixo revelada com exclusividade).

A PRIMEIRA METAMORFOSE AMBULANTE NAVEGÁVEL

Nada é por acaso. E, num belo dia de sol, pifa o motor de popa do “Outdoor” enquanto navegava. Até se cogitou, nas poucas conversas permitidas nas mesas de dominó da Colônia de Pesca Z6 (Itapuã), tratar-se de uma sabotagem da concorrência, um avião que puxava faixas na orla de Salvador. Investigações mais apuradas levaram a conclusão de que o motor precisava ser lavado com água doce, por isso havia entrado em algo semelhante à falência múltipla dos órgãos.


O motor do “Outdoor” começa a apresentar defeitos. Equipe de manutenção em atividade.

Com o motor pifado, o barco foi sendo levado pelo vento e pelas ondas até a zona de arrebentação da movimentada Praia do Sesc. E, mais uma vez na vanguarda, Mário Mukeka inventou o Surf de Catamarã.

Considerando muito radical esse novo esporte, Mário resolveu migrar para águas abrigadas: a Baía de Todos os Santos. E isso exigiu uma mudança total. Ou seja, entregou a casa que morava no bairro Costa Verde e adaptou “Outdoor” para ser o o primeiro e único (isso já está ficando repetitivo) barco-casa de mergulho.


“Outdoor”, reclassificado teoricamente para Navegação Interior Tipo II.

No convés principal foram instalados:
1) Um compressor de mergulho com vazão de 15 pcm, protegido por uma tampa de motor de ônibus (da finada quase-monopolista VIBEMSA*);
2) Duas cadeiras de bugre (Baby da BRM);
3) Uma armação com lona para proteção, ou melhor teto do novo lar.


Mário Mukeka pousando para foto em sua sala de estar de bombordo.

O sucesso do “Outdoor” no Porto da Barra, mesmo sem a função original, garantiu publicações internacionais (França, Países Baixos, Nova Zelândia e Argentina). Jornalistas e outros curiosos fotografavam e faziam entrevistas com Mário. Alguns pescadores da área alertaram para Mukeka que essas entrevistas eram espionagens dos grandes estaleiros europeus.


Mas, dizem que o que é bom não dura muito. E, após perseguições de diversos tecno burocratas, “Outdoor” foi se acabando na Rampa do Mercado (Modelo) e Mário achou por bem fazer um ritual de afundamento no Porto da Barra. Mesmo depois de “morto para navegação”, continuou vivo para os mergulhadores que faziam batismos na empresa Dive Bahia, na época, de propriedade da dupla peso pena “Pato & Abelha”.

* Viação Beira Mar SA.

Por André Lima
Fotos do arquivo pessoal de Mário Mukeka