Arquivo de outubro de 2008

IYOR 2008 pela Liga Baiana para Conservação dos Ambientes Recifais (LIBA)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008


Vem chegando o verão…

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Neste domingo, 19/10/08, o sol chegou forte em Salvador. Muitos aproveitaram para mergulhar no naufrágio BlackAdder.

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos – CPTEC/INPE, a estação de verão começará às 09h04 do dia 21 de dezembro de 2008, no Hemisfério Sul.

O verão 2008/9 promete muito mergulho. Há uma expectativa de incremento do turismo interno, face a crise econômica mundial (mas que deveria ser só dos norte-americanos).

Fotos por André Lima. Do Forte de São Marcelo.

Guia de Espécies Submarinas – Portugal, Berlengas

sábado, 18 de outubro de 2008

Já era em tempo de Portugal mostrar suas belezas submarinas escondidas sob as águas das Berlengas. Brilhante iniciativa do jovens pesquisadores Nuno Vasco Rodrigues e Paulo Maranhão (ambos biólogos e pesquisadores da Escola Superior de Tecnologia do Mar de Peniche), juntamente com Pedro Oliveira e José Alberto (sócios fundadores do centro de mergulho Haliotis), que após alguns anos de árduo trabalho de pesquisa, muitos mergulhos e dedicação, lançam esta publicação com foco em um dos santuários da biodiversidade marinha Portuguesa.


Coris julis (macho)


Pelagica noctiluca

Em 2007 realizei alguns trabalhos de pesquisa com os peixes em Portugal (Açores) e pude constatar a dificuldade ainda existente devido a falta de guias de identificação mais completos e atualizados. Felizmente, ainda em 2007 tive a oportunidade de contribuir como fotógrafo para esta obra recentemente lançada, intitulada “Guia de Espécies Submarinas – Portugal, Berlengas”, a qual reúne ao longo das suas 232 páginas, informações sobre 320 espécies que habitam as águas da Reserva Natural das Berlengas (Portugal), sendo retratadas em mais de 400 fotografias, em seu habitat natural, com informações sobre sua classificação taxonômica, dimensões e outras curiosidades.


Hypselodoris villafranca


Leptopsammia pruvoti

O guia é destinado a um vasto público, que abrange desde os acadêmicos e estudantes da área da biologia marinha, até praticantes do mergulho, pesca submarina e os amantes e curiosos sobre o fascinante mundo da vida marinha. A edição conta com a colaboração do Instituto Politécnico de Leiria e da Haliotis – Aventuras Submersas, e tem o apoio do Oceanário de Lisboa.

Conta ainda com a colaboração de mais de meia centena de especialistas espalhados pelo mundo e de alguns dos mais credenciados fotógrafos submarinos de Portugal.


Polybius henslowi


Tursiops truncatus

Divulgamos aqui algumas imagens exclusivas enviadas pelo Nuno ao Necton Sub!

Interessados em adquirir o livro, clique AQUI ou na Haliotis.

Áthila Bertoncini Andrade

Nos anos de chumbo…

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Um mergulhador bêbado passava pela frente de uma joalheria que acabara de ser assaltada. Naquela época não era incomum haver assaltos para financiar os movimentos revolucionários. E o infeliz borbulhador estava no lugar errado na hora errada. Então o levaram para o DOPS para o interrogatório. Chegando lá o delegado chefe:

- Hum. Quer dizer que o sujeito tem um documento de mergulhador!? Vamos ver. Cabo Soares, aplique nele o procedimento para mergulhadores!

O meganha pegou a cabeça do mergulhador e enfiou num tonel cheio de água por um minuto. Repetiu o procedimento algumas vezes e em seguida gritou:

- Cumé, vamu entregando o serviço! Cadê as jóias?

Depois de algum tempo o infeliz, ainda bêbado, respondeu convicto:

- Podem até contratar outro mergulhador, mas aqui não tem jóia. Já fiz uma varredura pelo fundo todo!

Contada por Gilson Rambelli

De escafandro, um mergulho pelo tesouro

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Garimpeiro de Tamarana se arrisca nas águas do Tibagi em busca de diamantes utilizando um equipamento do começo do século passado


Com a esperança de encontrar alguma pedra preciosa, mas sem recursos para comprar equipamentos modernos, o garimpeiro Oanio Silva de Souza usa um escafandro do início do século 20 para mergulhar no rio Tibagi, em Tamarana, no Paraná. Foto: UOL – Imagens do dia.

Sobre as águas, de cima de uma balsa, Joaquim Silva de Souza, 74 anos, é incansável no movimento de uma pesada bomba manual que garante o ar, levado por uma mangueira, para seu filho, Oanio Silva de Souza, 37, que está nas profundezas do Rio Tibagi, em Tamarana. De repente, Oanio submerge. A cena é, ao mesmo tempo, estranha e nostálgica, quando o capacete de bronze do velho escafandro sai da água.

Por um momento, parece que estamos vivendo as cenas do auge do garimpo de diamantes no Tibagi, que aconteceu no final do século 19 e nas primeiras décadas do século 20, quando o escafandro era o mais moderno equipamento de mergulho que os garimpeiros podiam ter. Já naquele tempo, quem tinha coragem de vestir o pesado capacete e as roupas de lona era visto como herói.

O fato é que o tempo passou, o ritmo do garimpo no rio paranaense perdeu a intensidade e o escafandro virou, literalmente, peça de museu. Hoje em dia, as dezenas de homens que continuam mergulhando no Tibagi, principalmente na região de Telêmaco Borba, usam equipamentos bem mais modernos, que contam com motores para bombear o ar até o garimpeiro.

Pai e filho têm esperança de encontrar uma pedra preciosa no fundo do rio. Porém, faltam-lhes condições para comprar equipamentos mais modernos. Por isso, eles seguem usando o que têm. “É tudo pesado e desconfortável demais”, queixa-se o escafandrista. O equipamento de mergulho pesa mais de 80 quilos. Só o capacete pesa 15 quilos. As peças de chumbo acopladas às costas e ao abdômen do mergulhador, necessárias para fazê-lo afundar, pesam 30 quilos cada uma. A roupa de lona completa o conjunto.

O garimpo e o próprio escafandro são considerados herança de família por Oanio. O pai de Joaquim, Américo Silva de Souza, lá pelos anos 40 já andava pelas beiras do rio procurando diamantes. O escafandro que hoje é utilizado por Oanio era dele.

“Deram o equipamento ao meu avô mas ele nunca usou. Um dia, fiquei sabendo que a máquina para bombear o ar estava em um ferro-velho abandonado em um matagal. Fui até lá e resgatei as peças, pois o capacete eu já sabia que estava na casa da minha avó. Aí foi só aprender a mergulhar”, relata o garimpeiro, que utilizou cola plástica para consertar as rachaduras no capacete e aprendeu a mergulhar sem a ajuda de nenhum professor.

Joaquim e Oanio encaram o garimpo como profissão. O trabalho funciona da seguinte maneira: o mergulhador desce e enche sacos com o cascalho do fundo do rio. Enquanto isso, Joaquim, que está na bomba de ar, não pode parar. A vida do escafandrista depende dele. Depois, na superfície, o material é analisado, sempre com a esperança de que um diamante esteja por ali.

Oanio diz que não sente medo. “É a minha profissão”, destaca. Porém, no decorrer da conversa ele acaba dizendo que um dos seus grandes receios é, quando está a 10 metros de profundidade, não conseguir achar a escada que serve para voltar à superfície, o que pode deixá-lo perdido na escuridão do fundo do rio. “Com o escafandro, não posso ir além dessa profundidade. Com equipamento de cilindro poderia ir mais fundo, onde talvez tenha um bom volume de diamantes”.

Apesar da persistência, até hoje Oânio nada encontrou de satisfatório. “É que aqui já estamos no fim da linha. O volume maior está rio acima”, complementa Joaquim. Segundo ele, o sinal de que já não há muitas pedras está na diminuição do número de garimpeiros em Tamarana. “Por volta de 1980 éramos uns 50. Hoje, somos apenas o Oanio e eu”, comenta.

Enquanto não realiza o sonho de achar uma boa pedra ou ganhar equipamentos modernos para cair de vez no garimpo, a dupla segue ganhando a vida com outras habilidades. Joaquim é agricultor. Oanio faz de tudo um pouco, é pescador profissional, marceneiro, mecânico, eletricista… Garante que faz bem feito o qualquer serviço que aparecer. Não é à toa que ele e o seu possante Passat 1975, o “Veneno”, são famosos pelas ruas da cidade.

Fonte:http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-3-24-367-20081015

Projeto filma peixe a quase 8 km de profundidade

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

É a primeira vez que imagens registram espécie viva em águas tão profundas.

Da BBC

Cientistas japoneses filmaram um peixe que vive a 7,7 quilômetros de profundidade – a maior extensão onde já se encontraram espécies vivas. Até o momento, o peixe que vivia em águas mais profundas havia sido observado a sete quilômetros de profundidade.


Atividade dos peixes surpreendeu pesquisadores (Foto: BBC)

Conhecido como Pseudoliparis amblystomopsis, o peixe, de apenas 30 centímetros de comprimento, foi encontrado na costa japonesa do Oceano Pacífico.

A descoberta faz parte do projeto Hadeep, realizado em parceria pelas universidades de Aberdeen, na Escócia, e de Tóquio, no Japão, com o objetivo de varrer o fundo do mar em busca de criaturas que vivem em águas profundas e ampliar o conhecimento sobre a biologia no fundo dos oceanos.

Sobrevivência
Os cientistas têm trabalhado em uma área conhecida como zona hadal – a designação do fundo do mar situado a mais de 6 mil metros de profundidade, abaixo da zona abissal.

Os cientistas conseguem explorar essas regiões profundas usando sondas operadas por controle remoto e capazes de resistir às imensas pressões da água.

Os “veículos submarinos” possuem ainda uma câmera acoplada para garantir o registro das espécies encontradas no fundo do mar.

“Existe a questão sobre como esses animais vivem nessas profundidades”, disse Monty Priede, da Universidade de Aberdeen.

Priede cita três principais problemas para a sobrevivência em águas tão profundas.

“O primeiro é o suprimento de comida, que é bem remoto e vem de oito quilômetros acima”, afirma o pesquisador. “Há também a pressão – eles têm de ter todo o tipo de modificações fisiológicas, principalmente no nível molecular.”

“O terceiro problema é que as correntes formadas nessas profundidades são como pequenas ilhas em um grande abismo, e não sabemos se são grandes o suficiente para suportar as populações que crescem de maneira endêmica”, acrescenta Priede.

O cientista afirma, no entanto, que os peixes parecem ter superado esses problemas.

Ativo
Os pesquisadores se dizem surpresos com o comportamento dos peixes em águas profundas.

“Pensamos que, pela profundidade, os peixes seriam relativamente inativos, armazenando a maior quantidade de energia possível e tudo mais”, conta Priede à BBC News.

“Mas as imagens mostram os peixes se movendo, comendo com precisão, atacando as presas que passam pelo lado”, descreve o pesquisador.

“Ninguém jamais havia visto um peixe vivo nessas profundidades – apenas em conserva em museus e, depois que são retirados do fundo do mar, eles têm uma aparência miserável”, afirma Priede. “Mas esses peixes são muito bonitinhos.”

O último peixe encontrado vivo na maior profundidade era o Abyssobrotula galateae, que foi retirado do fundo do mar em Porto Rico a mais de oito quilômetros, em 1970. No entanto, ao chegar na superfície, o animal já estava morto.

Alan Jamieson, da Universidade de Aberdeen, afirma que é “uma honra poder ver esses peixes”.

Segundo Jamieson, a equipe deverá encontrar ainda mais peixes durante a próxima expedição, marcada para março de 2009, que vai explorar a área entre 6 mil e 9 mil metros de profundidade.

“Ninguém nunca foi capaz de ver essas profundidades antes – acho que vamos encontrar peixes vivendo em águas muito mais profundas”, conclui o pesquisador.

Fonte: globo.com

Laureano mandou umas fotos do seu point predileto de mergulho: Palma de Mallorca

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Laureano, além de ser instrutor de mergulho, atualmente mora na Espanha, pratica escalada e é um dos fundadores da Underwater (Centro de mergulho em Salvador – Bahia).

Em sua mensagem, Laureano disse:
“Lembrei de meus dois irmãos (Carlinhos e Marcos de Paula).
Ainda vou viver aqui, com nosso barco e vou trazer vocês para aqui.
Imagina trabalhar com mergulho?
É um dos lugares mais lindos da minha vida. Montanha e mar, perfeitos.”

Parte da cerâmica do naufrágio “Nossa Senhora dos Remédios”

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

De acordo com Orlins Santana, parte das cerâmicas que foram recuperadas do Nossa Senhora dos Remédios serviram para enfeitar algumas igrejas.


Feira de Santana – Bahia


Igreja Nossa Senhora de Belém de Cachoeira – Bahia, onde Frei Galvão estudou, a 110km de Salvador


Detalhe editado da data da construção da Igreja


Detalhes da torre da Igreja


Azulejos, pratos e cacos variados


Será que essa igreja em São Felix do Paraguassú também recebeu cerâmica do Nossa Senhora dos Remédios?


Detalhe da torre

Colaboração de Toni Duarte e Orlins Santana.

Contribuição de Tiago: Para quem quiser saber mais da história na Igreja os Remédio -Feira de Santana indico este livro encontrado na Biblioteca Central Julieta Cartiado na UEFS : Igreja Nossa Senhora dos Remédios: 300 anos de história, fé e devoção.

Empresários do mergulho recreativo estão conectados

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

No dia 7 de outubro de 2008, Alcides Falanghe convidou, através de mensagem eletrônica, os empresários do mergulho recreativo do Brasil a participar de um fórum na internet. Parece mais tratar-se de uma lista de discussão.

Neste pouco tempo de funcionamento o “fórum” se limitou a discutir um importantíssimo tema: Segurança no mergulho. O acidente em Fernando de Noronha, postado inicialmente neste site, foi o agente provocador dessa discussão.

“Prezados amigos,
Criamos um fórum na internet somente para os empresários de mergulho. Sua participação é fundamental para que o mergulho no Brasil venha a crescer de forma consistente. Iremos debater uma série de temas importantes para o desenvolvimento de nossa atividade e sua opinião é fundamental para que haja uma maior união do setor. O link para inscrição é …

Contamos com sua adesão

Grande abraço

Alcides Falanghe
Revista Mergulho”

Para você que tem ou quer ter um aquário

segunda-feira, 13 de outubro de 2008


Temas a serem abordados:
- Aqüicultura ornamental no Brasil e no mundo;
- Piscicultura ornamental de águas doces: aspectos técnicos e comerciais;
- Perspectiva de cultivo de espécies marinhas para fins ornamentais e de conservação;
- Ordenamento da pesca e da aqüicultura ornamental no Brasil;
- Legislação referente à pesca e ao cultivo de organismos aquáticos ornamentais;
- Principais espécies cultivadas na piscicultura ornamental;
- Nutrição e alimentação de peixes ornamentais;
- Principais doenças de peixes ornamentais.

Informações e inscrições:
LASOA – Laboratório de Aqüicultura e Sanidade de Organismos Aquáticos da Escola de Medicina Veterinária da UFBA
Fones: (71) 3283-6719 ou (71) 9126-8514
E-mail: ornamentaisbahia@gmail.com ou no local do evento, a partir das 8 horas (dia 17/10).

Investimento:
Estudantes – R$50,00 (cinqüenta reais)
Profissionais – R$75,00 (setenta e cinco reais)

Promoção:
Departamento de Produção Animal da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Federal da Bahia.

Realização:
Grupo de Estudos em Aqüicultura da Escola de Medicina Veterinária da UFBA – GEA e Laboratório de Aqüicultura e Sanidade de Organismos Aquáticos da UFBA (LASOA).

Apoio:
Alcon, Coral Aquários, Axé on line.

Instituições parceiras:
Bahia Pesca, SEAP, IBAMA, SMVBA, CRMV/BA.