Mergulhadora: “Alô. Tudo bom Rogério? Eu tô ligando para lhe avisar que eu não vou mergulhar amanhã. Acho que vai chover.”
Oi fulana. Talvez até chova, mas eu calculo que a visibilidade da água vai estar em torno dos 15 metros. Quem se importa com chuva se a gente vai se molhar mesmo? , respondeu Rogério Abude com sagacidade.
Mergulhadora: “Não é pelo mergulho, mas pela perda do passeio.”
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Uma historinha real para ilustrar que o mergulho recreativo é muito mais do que os minutos em que se fica submerso.
Em um barco de mergulho há muita troca de experiências nas conversas descontraídas. Mas há quem prefira apenas “pegar um bronzeado” na proa. Outros dormem para não enjoar. Quase todos curtem olhar a paisagem.
O frontispício de Salvador do lado da Baía de Todos os Santos é belíssimo! Vê-se bem a divisão da Cidade Alta e Baixa. O elevador Lacerda, o Mercado Modelo, as casas e sobrados das Ladeiras da Preguiça e da Montanha, Solar do Unhão, Igreja da Conceição da Praia, a Cruz Caída, a escultura de Mário Cravo (popularmente conhecida como os Ovos de ACM), os fortes da Capoeira, São Diogo, Santa Maria, São Paulo e do Farol da Barra são apenas algumas obras de destaque. Outras nem sempre tão percebidas, principalmente as ruínas, mas não de menor importância para a história dessa Cidade.
Ponta do Padrão (Farol da Barra), parte abrigada

Foto original. Parece uma paisagem comum de pedras, mar e areia.

Imagem com destaque para as ruínas.

Um alinhamento perfeito.

Uma poita de rede. Talvez esteja lá há séculos e ninguém percebe.
Ponta do Padrão (Farol da Barra), mais ao sul, no alinhamento da Praia do Farol da Barra

Foto original.

É muito regular para ser natural.