Relatório do impacto que o aquário terá sobre o trânsito está sendo elaborado pelo governo o maior aquário da América Latina e do Hemisfério Sul, a ser construído na Praia de Iracema, custará aos cofres estaduais a soma de R$250 milhões e deverá ter a ordem de serviço para a sua construção dada já em agosto deste ano. Isso é o que espera o secretário Bismarck Maia, que recebeu ontem o projeto básico da obra e o enviou à Secretaria de Infra-Estrutura(Seinfra) e ao Departamento de Edificações e Rodovias(DER) para a elaboração do edital de licitação.

O projeto foi apresentado ontem em coletiva de imprensa pelo secretário. Segundo ele, hoje estará publicada a convocatória para a Audiência Pública que discutirá os termos técnicos do edital do denominado Aquário Ceará,a ocorrer no dia 10 de março. A discussão com a sociedade é obrigatória para qualquer projeto público cujo orçamento supere a marca dos R$ 150 milhões.
No dia 1 º de abril será lançado o edital e, em 5 de maio, haverá a abertura das propostas técnicas das empresas e consórcios para a habilitação no processo licitatório, de acordo com o que adiantou o Diário do Nordeste na edição de ontem.

A construção da obra estará completamente por conta do Estado, mas o secretário afirma que serão buscadas parcerias com a iniciativa privada para a administração do equipamento. Em 30 dias, o secretário informa que estará pronto o estudo que apontará todos os impactos sociais e econômico-financeiros do aquário.
O novo equipamento turístico do Ceará ocupará 297 metros e terá quatro andares, nos quais estará um tanque de 18 milhões de litros, onde estarão os animais marinhos. Além disso, terão dois cinemas em terceira dimensão, com movimentação de poltronas; um ponto de navio naufragado, onde será possível realizar mergulho; três simuladores de submarino e um túnel por dentro do aquário.

A capacidade de visitação ainda está sendo estudada.
Desde já agradeço a todas as informações respostadas.
Atenciosamente
Luciano Andrade
Occiuzzi Design / CG / Comunicação

Uma coisa ninguém pode negar: o Oceanário de Salvador teve custo ZERO, pois ficou só na enquete da home page da Prefeitura (daquele prefeito que era contra a taxa do lixo, a da iluminação pública…). Isso lembra a Via Náutica, a reforma do Porto de Salvador para virar um centro turístico, a ponte para acesso à ilha de Itaparica via Paraguassú, a reforma do Museu do Recôncavo, o afundamento dos ferry-boats sucateados para mergulho recreativo…
















