Arquivo de julho de 2009

Para trabalhar nos Penedos de São Pedro e São Paulo

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O mergulhador Marcos de Paula está participando do XXIX Treinamento da Marinha para Pesquisadores que irão integrar expedições ao Arquipélago de São Pedro e São Paulo.

Marcos de Paula, também conhecido como Marquinhos Conspirador, vai fazer parte da expedição “Cefalopodes do Brasil”, coordenada por Tatiana Leite .

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Nota: De acordo com o treinando, São Pedro e São Paulo agora é considerado arquipélago e fica habitado durante todo tempo.

Seminário discute Patrimônio Naval do Brasil até quinta, dia 30

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Mostra apresenta o Patrimônio Naval Brasileiro, considerado o mais rico do mundo

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Seminário reúne especialistas na preservação do patrimônio naval do governo federal e sociedade civil

O Terminal Marítimo de Salvador (Cidade Baixa, Comércio, em frente ao Mercado Modelo), que ocupa o mesmo local de um dos portos mais antigos das Américas, às margens da Baía de Todos os Santos, em Salvador, Bahia, sedia nesta quarta e quinta-feira, dias 29 e 30, (julho, 2009), das 8 às 18 horas, o ‘3º Seminário do Patrimônio Naval Brasileiro’. O encontro reúne especialistas na preservação do patrimônio naval de várias esferas do governo federal e da sociedade civil e apresentará aos parceiros do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) os resultados alcançados até agora com o Projeto Barcos do Brasil em todo o país.

Em parceria com diversas instituições, entidades públicas e privadas, o projeto do IPHAN atua na proteção e valorização do patrimônio naval no Brasil. Um desses parceiros é a Associação Viva o Saveiro, que também mostrará as ações realizadas na área de patrimônio naval no estado da Bahia.

Paralelamente, fica em cartaz no mesmo local a exposição ‘Barcos do Brasil e a Coleção Alves Câmara – Século 21’, aberta ao público, com entrada franca, somente até esta quinta-feira (dia 30, julho, 2009). A mostra é itinerante, exibe o talento e a engenhosidade usada na construção de embarcações em todo o Brasil, e é uma ação do projeto Barcos do Brasil, A idéia é beneficiar milhares de brasileiros que tiram da pesca seu sustento e, ao mesmo tempo, valorizar seus modos de vida, tradições e conhecimentos.

Embarcações tradicionais

No Brasil, já foram identificadas mais de 200 tipos de embarcações tradicionais, destinadas aos mais variados ambientes, sejam eles lacustres, fluviais ou marítimos e empregadas nos mais diversos fins. Trata-se de um patrimônio utilizado por populações costeiras e ribeirinhas, integrado a um imenso contexto de festas, tradições, conhecimentos e trabalhos. A exposição apresenta parte desse patrimônio por meio de modelos em escala reduzida, e painéis sobre o patrimônio naval brasileiro e o projeto Barcos do Brasil. O objetivo é sensibilizar os visitantes sobre a importância do reconhecimento de técnicas tradicionais, seus usos e contextos, e sua preservação. Os modelos de embarcações apresentados na exposição itinerante são uma reprodução da coleção que o Almirante Alves Câmara, então Ministro da Marinha, encomendou em 1908. Sua preocupação era registrar os principais barcos tradicionais do Brasil, que já no início do século XX corriam o risco de desaparecer.

As 15 maquetes exibidas foram feitas a partir dos novos modelos criados por três modelistas navais especializados na reprodução em escala de barcos tradicionais do mundo todo. A coleção Alves Câmara original possui pouco mais de 40 tipos de barcos e está exposta no Museu Naval do Rio de Janeiro. Já a Coleção Alves Câmara Século XXI, foi ampliada e conta com mais de 60 modelos de barcos brasileiros. Ela faz parte do acervo do Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, Santa Catarina. A exposição itinerante já passou por cidades como Brasília e Manaus. Depois da capital baiana, a mostra também será exibida em Recife, João Pessoa, Fortaleza e São Luis e, por último, no Rio de Janeiro.

Serviço
SEMINÁRIO: ‘3º Seminário do Patrimônio Naval Brasileiro’
Data/horário: 29 e 30 de julho, das 8 às 18 horas
Exposição ‘Barcos do Brasil e a Coleção Alves Câmara – Século 21’
Data/horário: 23 a 30 de julho, das 8 às 18 horas
Local: Terminal Marítimo de Salvador – Avenida da França s/n – Cidade Baixa (em frente ao Mercado Modelo) – Salvador – Bahia
Contatos: (71) 3321-0133, 9142-4585 (Bruno Tavares)

Mais um instrutor de mergulho em Salvador – Bahia

terça-feira, 28 de julho de 2009

Fábio Oisiovici, do Projeto Galeão, é o mais novo instrutor NAUI.
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Fábio, em pé na frente, agora também é Instrutor NAUI # 50987.

Um pouco de história da fotosub

sexta-feira, 24 de julho de 2009

No link (figura) abaixo, do site da Confederação Brasileira de Fotografia, você poderá ler e/ou baixar um arquivo (em PDF) de Arduíno Colasanti.

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O artigo de duas páginas, com algumas imagens, chama-se “Hans Hass, Rolleimarin e Maurizio Sarra”. Se você gosta de fotografia subaquática e não conhece esses nomes, corra para ler o que o ator, mergulhador, namorador, fotógrafo… enfim o multitarefa Arduíno escreveu.

E para não o considerarem um velho dinossauro (palavras dele), Arduino também escreveu “Foto Antiga – Muito Antes de Hass”.

Canhoneira Eber

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro de 1917, o presidente da República do Brasil Wenceslau Brás sancionou a declaração de guerra à Alemanha. Neste mesmo dia, na capital da Bahia, ocorria um ato de afronta as autoridades militares da região: tripulantes de um navio de guerra alemão provocam um incêndio a bordo e põem a pique a embarcação abrindo as válvulas dos seus tanques, impedindo assim que a Marinha Brasileira tomasse posse da mesma.

Um repórter do Jornal A Tarde ouviu de um grupo de marujos do navio, de que não iriam entregar a embarcação às autoridades competentes. Pois a mesma, já havia sido intimada pelo comandante do destroyer Pianhy. Pouco depois, outros 2 repórteres do mesmo jornal, fretaram uma embarcação e disfarçados de sócios de um clube de regatas do local, foram verificar o que se passava no navio. Ouviram pancadas fortes e viram um marinheiro derramar no convés uma lata de um líquido, que julgavam ser querosene ou gasolina. Um repórter, através de um telefone, relatou o que se passava no navio ao jornal, que se incumbiu de denunciar as estranhas intenções dos tripulantes ao Capitão do Porto e ao General Comandante da Região Militar.

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Neste mesmo dia, moradores da região observaram desde cedo, a retirada de papéis e objetos de valor do navio pelo ex-secretário do consulado alemão Sr. Fritz com ajuda do Sr. Nicolau Beckrath, através de uma pequena lancha. Em uma dessas viagens, uma equipe de reportagem do Jornal A Tarde, dirigiu-se a um tripulante alemão que indagou o porquê da intromissão do Brasil na guerra já que o navio torpedeado era alemão e, acrescentou que levava pão para bordo e as únicas intenções da tripulação era tocar músicas e dançar.

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No relato do Jornal A Tarde, consta que às 11:00h a tripulação abriu a válvula de 2 dos 7 tanques do navio. Assim, quando os federais se aproximassem para ocupação do navio, bastaria abrir as outras válvulas e a embarcação afundaria mais rapidamente. Apesar destas atitudes serem do conhecimento do Capitão do Porto, este nada pode fazer, pois dependia de ordens especiais do Ministério da Marinha.

Esperava-se que às 18:00hs uma força do destroyer “Pianhy” e do Tiro Naval fossem ocupar o navio Eber. Os alemães esperavam que esta força fosse por terra até a Ribeira. Designaram um marinheiro e um músico para ficarem em terra e avisarem a aproximação dos ocupantes.

A pedido do Capitão do Porto, o secretário de polícia enviou 21 praças sob o comando do capitão Meira Pinheiro, para evitar que houvesse fugas durante a ocupação. Com a chegada, às 18:00hs, deste contingente policial, o sentinela alemão correu para praia, nadou poucos metros e avisou aos companheiros do navio. A tripulação que se encontrava a bordo encarregou-se de abrir todas as válvulas dos tanques e atear fogo para evitar a ocupação da embarcação.

Os policiais em terra prenderam o músico e o outro sentinela e os conduziram até o posto policial da Penha, mas não podiam intervir nos acontecimentos em mar.

O fogo se concentrava na popa do navio, então os alemães subiram ao convés e provocaram um novo incêndio na proa. Os tanques que foram abertos encheram em 40 minutos e causaram o adernamento do navio para seu estibordo, ficando emerso apenas os mastros e parte do costado. Enquanto isso, a tripulação fugia em direção a São Tomé em um bote.

As 19:00h partiu por terra uma força da Capitania do Porto composta de 30 praças do Tiro Naval. Quando chegou no local requisitou diversos botes para patrulhar a enseada. Encontraram o bote número 1 e número 2 do navio, porém estavam vazios. Enquanto os botes faziam a patrulha na área da enseada, os rebocadores Paraguassú e Aracajú patrulhavam nas medições externas à enseada de Itapagipe. As 22:00h foi designada outra patrulha para o mar, constituída pelos atiradores Arthur de Lemos Britto, Mendes Borges e Alcides Santos, este último comandante. Partiram em direção a Mont`Serrat. Pouco tempo de viagem depararam com outro bote de pescadores, porém à vela. Requisitaram a embarcação e após meia hora avistaram um silhueta de uma embarcação à remo. Com o favorecimento da brisa, em pouco tempo alcançaram a embarcação onde estavam os fugitivos. A primeira ordem de parada não foi obedecida, mas a segunda intimação com tiros para o ar foi o suficiente. Rumaram-se as duas embarcações para o Mont`Serrat. Com ajuda de populares conduziram os 18 fugitivos até Itapagipe. De lá foram escoltados pela polícia e pelos atiradores navais até a Capitania do Porto.

O navio Eber era uma canhoneira fluvial que foi construída em 1902/03 para frota alemã das colônias. Era uma embarcação de 64,1 m de comprimento total, 9,70 m de boca, 3,62 m de calado e tinha um deslocamento de 977 toneladas. Sua velocidade máxima alcançava 13,5 nós. Seu casco era de aço revestido com madeira e esta era revestida com uma chapa de latão e aparafusada nas cantoneiras. Possuía dois motores a vapor e seu eixo telescópico (veio propulsor) era vazado para diminuição do peso. Suas vigias eram de bronze. Assim como sua irmã SMS Panther dispunha de dois canhões de 10.5 cm, quatro de 88mm e mais seis canhões de tiro rápido de pequeno calibre e metralhadoras. Seu combustível, assim como a maioria das outras unidades de superfície das frotas mundiais, era o carvão de pedra. Tinha duas chaminés.

Hoje em dia, o navio se encontra 50% enterrado, adernado sobre boreste e muito danificado por bombas para matar peixes. E se a água fosse limpa, seria um fantástico mergulho de 6 m de profundidade a 50m de distância da praia.

Cortesia das primeiras fotos: Orlins Santana.

Primeira publicação em 25 de julho de 2007 às 8:23h.

Novas Estações de Recarga de Ar Comprimido

domingo, 12 de julho de 2009

Marcelo “Pato” Rosário inaugurou sua estação de recarga com um compressor que trouxe de Londres.

Compressor

O robusto equipamento é capaz de fornecer ar comprimido compatível com oxigênio puro.

Contato: (71) 9148 9709.

E Jorge Galvão (Águas Abertas) ampliou sua estação de recarga com a aquisição de um segundo compressor, um Coltri Sub MCH 13.

Contato: (71) 8878 2638