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	<title>Necton Sub - Mergulho e Aventura &#187; máriomukeka</title>
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	<description>Tudo sobre mergulho recreativo em Salvador - Bahia</description>
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		<title>Relatório do acidente descompressivo ocorrido em julho de 2007</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 18:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fialho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Disseram por aí...]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
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		<description><![CDATA[Vinte dias antes do acidente, passei por um primeiro ataque descompressivo que foi resolvido voltando para o fundo do mar com ar comprimido por 15 minutos. Fiquei com uma pequena dor na coluna e uma ligeira dormência na perna esquerda que desapareceram no dia seguinte. Vinha fazendo diariamente dois mergulhos, sendo um sucessivo a 35 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vinte dias antes do acidente, passei por um primeiro ataque descompressivo que foi resolvido voltando para o fundo do mar com ar comprimido por 15 minutos. Fiquei com uma pequena dor na coluna e uma ligeira dormência na perna esquerda que desapareceram no dia seguinte.</p>
<p>Vinha fazendo diariamente dois mergulhos, sendo um sucessivo a 35 metros, por 25 minutos. E após 20 dias de descanso do primeiro acidente disbárico, voltei a mergulhar em um serviço de dragagem com grande esforço físico. </p>
<p><b>Os primeiros sintomas</b></p>
<p>Às 12 horas desci e após os 25 minutos voltei para o barco. Em menos de 2 minutos após a subida começou o ataque. Voltei para o fundo do mar tentando parar o problema como na primeira vez. Após 15 minutos a 10 metros de profundidade, regressei ao barco, pois não me sentia bem. Mas, como o mergulho era no mar aberto e o barco jogava muito, tínhamos que nos locomover segurando com as mãos e não percebi a gravidade das minhas pernas. Assim não quis abortar toda a atividade do dia, visto que nós estávamos a 10 milhas do porto de partida.</p>
<p>Assim se passaram 6 horas até que chegamos em terra. Logo na passagem do barco para o bote percebi a dificuldade de andar na plataforma de popa, mas como me segurava com as mãos não notei a situação que já me encontrava. Só quando cheguei à praia e levantei do bote, caí. Aí entendi que as minhas pernas não se mantinham em pé. Caí mais duas vezes até descobri que se começasse a andar como um bêbado conseguiria ficar em pé.</p>
<p>A casa que estava sendo usada como apoio do mergulho estava a 5 quilômetros e não tínhamos transporte. Eu tive que andar todo o percurso como um robô, pois as pernas não tinham mais flexibilidade. Nesse momento, além das lesões do acidente eu destrocei as minhas pernas, com mais gravidade na esquerda, onde tinha começado os primeiros sintomas. Estávamos a 400 quilômetros de Salvador e só pela manhã conseguimos um transporte.</p>
<p><b>Tratamento</b></p>
<p>Só entrei na câmera hiperbárica após 28 horas dos primeiros sintomas. Na primeira seção eu não reagi e suponho que não foi suficiente para retirada de todas as bolhas mais problemáticas. Pois estas ao saírem, provocam espasmos. Assim, na segunda seção de tratamento hiperbárico começaram os espasmos, mas uma concentração de bolhas na minha coluna travaram a bexiga e eu não conseguia fazer xixi normalmente. Isso só foi resolvido na terceira sessão. Até esse momento espremia a barriga para fazer pequenas doses de xixi. Passei 8 dias sem defecar e ainda sentia dormência nas pernas. Nos três primeiros dias após a câmara, eu tive espasmos sucessivos em todo o corpo. Hoje só ficou os das pernas (fevereiro de 2009).</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/807611abfdce440a84a4f314317081cc.jpg></center><br />
<b>Mário (no meio), abraçado pelos amigos Cláudio Sampaio (esquerda) e Marcos de Paula (direita), após 1 ano do acidente.</B></p>
<p>A princípio, as pernas eram duras e todos os músculos também estavam travados. Com o passar dos meses e caminhadas, a perna direita foi melhorando, mas a esquerda até hoje, tem uma série de músculos, ligamentos e tendões que não se soltaram, o que provoca dormências, fraquezas e cãibras. Com facilidade percebo que quase todos os músculos ligados à pele já se soltaram, mas as conjunções do tornozelo, joelho e bacia continuam com suas partes tensas e duras, bem como os músculos e tendões das partes mais internas da musculatura. Aprendi a liberar parte dos grupos musculares das pernas, mas as mais internas são muito difíceis e demanda um grande esforço de concentração mental, que nem sempre dá certo. Sinto que a perna esquerda não alonga, não tem firmeza e quando contraio aparecem depressões em várias partes, que na opinião de um ortopedista, são músculos atrofiados. Afinal, são 18 meses desde o acidente.</p>
<p> O procedimento que venho usando para soltar os músculos consiste em, à noite na cama, fazer alongamentos dirigidos aos músculos específicos que, após uma série de estalos, vem uma rajada de formigamento, seguida de um espasmo. As partes que se soltam doem e não têm firmeza, o que dá a impressão que meu estado está piorando. Mas uma coisa é certa, a cada dia que passa meus pés, calcanhares e pernas ganham mais movimento. Minha grande dúvida é como soltar as partes internas e por quanto tempo vai persistir a dormência das minhas pernas.</p>
<p>Esse relatório foi elaborado a pedido do Dr. Jomar Souza, a quem eu deixo o meu perene agradecimento. </p>
<p>Salvador fevereiro de 2009</p>
<p>Mario Cortizo Andion</p>
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		<title>Coluna Social Carnavalesca do Necton Sub</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 21:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fialho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Disseram por aí...]]></category>
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		<description><![CDATA[Lavagem das Escadarias da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim Alguns dos 453.784,2 mergulhadores baianos (Censo Necton Sub de 2004) marcaram presença na festa popular que abre o carnaval da Cidade da Bahia, mas que originalmente &#8220;Bom Fim&#8221; representa a chegada do barco em terra firme. Coisa que qualquer mergulhador entende bem, principalmente quando enjoa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Lavagem das Escadarias da Igreja do Nosso Senhor do  Bonfim</b></p>
<p>Alguns dos 453.784,2 mergulhadores baianos (Censo Necton Sub de 2004) marcaram presença na festa popular que abre o carnaval da Cidade da Bahia, mas que originalmente &#8220;Bom Fim&#8221; representa a chegada do barco em terra firme. Coisa que qualquer mergulhador entende bem, principalmente quando enjoa.</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/a9de32077e30bd8f4954a36b99cd3ecf.jpg></center><br />
As mergulhadoras Anna Paloma e Ludmila Senna (acompanhada de sua fiel escudeira mãe) vestidas de Orishalá &#8220;Deus Ama o Povo do Candomblé&#8221;.</p>
<p><center><IMG SRC=http://www.nectonsub.com.br/bblog/pictures/55274fec6709d6093067d3d228727f7c.jpg></center><br />
Os marítimos André Lima, Mário Mukeka e José Dortas cumprimentaram a autoridade máxima do Carnaval (Rei Momo), o saveirista Gerônimo Santana.</p>
<p>Apesar do intenso marketing dos políticos baianos, como acontece na festa do &#8220;2 de Julho&#8221;, a tradicional Lavagem do Bonfim sempre é um sucesso. Desta vez até o padre da paróquia cantou com as baianas.</p>
<p><center>* * *</center><br />
Para você parar de reclamar que o editor deste blog anda preguiçoso (o que é uma grande verdade), Dona Karina Cazé.</p>
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